Sustentabilidade + Negócios = lucros sustentáveis
Tags: meio ambiente, negócios, praticasustentavel
Realizar negócio que gera lucro em harmonia com o meio ambiente deve ser a realidade que todos esperam. Para que isso ocorra é preciso existir sincronismo entre o Planeta, o homem e o lucro.
E como isso é possível?
Foi sobre este tema que Carlos Nomoto, superintendente de desenvolvimento sustentável do Grupo Santander Brasil, debateu no webquest que aconteceu hoje (22/10/2009) às 9h.
Foi muito interessante porque Nomoto abordou estarmos vivendo uma nova era onde agentes de desenvolvimento, tanto individual quanto coletivo, integram ecossistemas que conduzem para a excelência. Das 100 maiores economias do mundo 51 são empresas. É por este motivo que as empresas estão se mobilizando e investindo no capital humano despertando a consciência sustentável e com isso o interesse e o comprometimento de seus funcionários.
Hoje em muitas empresas já há o foco na redução de custos e riscos criando e redesenhando seus produtos e serviços com o intuito maior do reaproveitamento das sobras. Nomoto citou exemplos de empresas onde o que era descartável, hoje abastece suas filiais.
A preocupação com o social, ambiental e financeiro gera negócios inovadores que praticamente zeram o impacto ambiental e que pela sua eficácia e eficiência vão numa crescente ganhando o mercado.
Ele cita a aplicação do Programa que viabiliza os 4Rs como forma de equilíbrio e sustentabilidade: reduzir, reutilizar, reciclar e reinventar
“Sustentabilidade tem mais a ver com o tamanho da visão do empresário do que com o tamanho da empresa” assim qualifica Nomoto quando cita o exemplo de uma pequena empresa (três funcionários) que produz peças de cerâmica e que teve seu olhar sustentável para os resíduos que ela produzia. Estes resíduos viraram crédito de carbono e hoje ela tem um diferencial competitivo junto ao mercado, sendo inclusive exportadora.
O que precisa ser incentivado é justamente a mudança de paradigma uma vez que, como salientou Nomoto, não fomos educados para pensar de forma sistêmica e sim segmentada. Assim sendo é de suma importância que se tenha uma visão holística salientando uma abordagem de inovação.
Fazendo só um parêntese, não posso deixar de salientar que a Educação tem papel fundamental na formação da consciência sustentável. Deve inclusive respaldar que somente contribuir com doação monetária não basta, é preciso se tornar engajado.
E Nomoto termina de forma descontraída usando termos cômicos como “ser sustentável não é ser biodesagradável incentivando as pessoas a comerem granola e a abraçar árvores”. Ser sustentável é ser consciente da utilização dos 4 Rs acima mencionados.
E aí? Ficou interessado neste assunto “ecolegal”?
Quer saber a história do Roberto?
Se você não conseguiu assistir a webquest de hoje, não fique triste, no dia 19 de novembro terá outra cujo tema é “Diversidade e Ação Social” e se você não quer correr o risco de perder mais esta oportunidade clique aqui e peça para o Vinicius te lembrar, combinado!
Comentários (2)
10/22/2009








