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Cybele Meyer :: Falando Sobre... Natal

Natal Sustentável

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Estou aqui em Curitiba e hoje já de partida para Joinville. Já conhecia Curitiba, porém desta vez deu para sentir bem o cotidiano e perceber o quanto os curitibanos são educados tanto no tratamento para com as pessoas quanto aos hábitos, pois posso dizer que Curitiba é uma cidade limpa.

Fomos dar um giro pela cidade, conhecer os espaços históricos e na praça Barão de Rio Branco vi a árvore sustentável feita com 4 mil garrafas pets.

Vejam que linda que ficou!

Comentários (3) 12/26/2009

Feliz Natal e um 2010 repleto de alegrias!

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Queridos amigos,

Este ano foi muito corrido e de muita luta, porém a convivência com vocês foi que me deu forças para fazer de cada dia um dia único.

Tenho grandes planos para 2010 e sei que conseguiremos colocá-los em prática, eu e vocês, numa parceria de sucesso.

Quero desejar a cada um de vocês um NATAL ILUMINADO e que 2010 chegue carregadinho de saúde, sorte e muito sucesso.

Estarei viajando mas não ficarei ausente do Falando Sobre… afinal ele é um dos meus filhos e não se deixa de lado filho algum.

E também, como já disse anteriormente, blogar é como dar comida aos pássaros, depois que se começa não se consegue parar.

Sintam-se beijados e abraçados.

Adoro vocês!

Comentários (0) 12/23/2009

Natal Solidário

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Ontem recebi um convite que não poderia, de forma alguma, deixar de aceitar uma vez que prego a solidariedade em todos os sentidos.

Nesta época de Natal as pessoas deixam aflorar a sua sensibilidade e nada melhor do que promover ações solidárias que acabam propiciando o envolvimento de muitos e proporcionando o sabor delicioso do “ajudar alguém”.

Vamos todos participar? Sabiam que Surpreender uma criança neste Natal: Não tem preço!”

É tudo muito simples de participar e não vai custar nada.

A MasterCard em parceria com a marca de brinquedos Estrela bolou uma super ação para o Natal deste ano.

Basta você acessar o endereço www.naotempreco.com.br/natal e enviar um cartão para alguém.

A cada cartão enviado a MasterCard doará um brinquedo para crianças de até 12 anos, estudantes da comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. A entrega será realizada entre os dias 21 e 23/12 por funcionários da empresa.

Além de você enviar para seus amigos, parentes, colegas de trabalho um belo cartão de Natal também poderá divulgar entre eles esta ação. Lembre-se que quanto mais cartão for enviado mais presentes serão doados. Você que tem blog ou participa de alguma mídia social também pode divulgar.

Vamos tornar o Natal das crianças da comunidade de Paraisópolis inesquecível.

Eu já enviei os meus cartões.

Comentários (2) 12/16/2009

Natal é sinônimo de consumo?

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A cada novo ano, a cada novo Natal somos induzidos a comprar, comprar e comprar através das intensas propagandas televisivas. Este mesmo procedimento ocorre no Dia das Mães, dos Pais, da Criança. Não estou aqui criticando o ato de presentear. Também gosto de dar e receber presentes, porém temos que agir com responsabilidade. Estamos vivendo um momento de preocupação com o nosso planeta terra e não podemos fingir que está tudo bem e que não há com o que se preocupar. Temos que ser conscientes da nossa realidade e da nossa responsabilidade e não nos deixar levar pela mídia, como marionetes, a consumir mesmo sem necessidade.

Temos que desvincular o amar do presentear. Quando gostamos muito damos presentes caros, se gostamos pouco, damos lembrancinha.
O protótipo de felicidade empurrado goela abaixo pelas propagandas, manipula os telespectadores de forma tal que se algo não sai do jeito que foi mostrado, gera uma insatisfação tamanha abalando as comemorações natalinas.

Goste muito e gaste pouco!
Faça juras e não pague juros.

Se formos medir o amor que nos é dado pelo preço do presente comprado, estaremos matando o amor.
O amor existe para ser sentido, ser compartilhado, de graça, espontaneamente. Quando sentimos amor por alguém ficamos alegres com sua felicidade e tristes com sua tristeza.
Ser uma família feliz não é ter um super saldo de presentes, que passarão o ano “estacionados” nas gavetas do armário, sem sequer serem usados.

Pense, invente, faça diferente. Dê presentes feitos por você. Já pensou o tanto de carinho que terá neles?
Faça deste Natal um Natal Sustentável.

Comentários (3) 12/20/2008

Amigo Secreto – Eu peguei quem eu temia

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É sabido que nesta época de final de ano a maioria das empresas e instituições promove o já tradicional sorteio do Amigo Secreto, ou Amigo Oculto ou Amigo Invisível. As regras são as mesmas independente dos nomes dados à brincadeira.

Vale dizer que conviver com inúmeras pessoas no ambiente de trabalho é uma arte nem sempre bem desempenhada por todos. Há sempre aquele episódio de bate-boca entre funcionários que já se “estranhavam”, ou uma fofoca surgida numa ida ao bebedouro, ou mesmo um comentário indiscreto durante o cafezinho. A verdade é que não existe local de trabalho onde nunca tenha havido algum desentendimento.

Então chega o final de ano e no momento do sorteio do Amigo Secreto começa a torcida por não pegar aquele nome tão temido.

Ao abrir o papelzinho qual não é a surpresa!É justamente este nome que agora está nas mãos do funcionário desolado. A expressão do rosto não o deixa disfarçar o desapontamento. Sente vontade de sair da brincadeira, mas sabe que não poderá fazer isso. O dia para ele está acabado. A todo o momento lembra-se da sua má sorte.

Porém, aqui vai um conselho de quem já acompanhou de perto uma experiência parecida. Minha grande amiga, que trabalhávamos juntas, passou por este martírio e sua atitude deve ser compartilhada como exemplo e é isto que farei agora.

No dia seguinte ela chega ao trabalho muito animada e diz que encontrou uma solução para aquilo que, no dia anterior, representada um problemão.

Passou a enviar bilhetinhos com mensagens reflexivas. Durante todo o dia várias mensagens eram depositadas na caixinha de recados. Isto aconteceu durante os 15 dias que durou a brincadeira.

O pior de tudo é que a minha amiga não recebeu um único bilhetinho sequer. Todo mundo recebia menos ela.

Pairava no ar a pergunta: - Será que uma pegou a outra?

Dito e feito!

No dia da revelação todos já conheciam seus “amigos secretos” menos as duas.

Minha amiga então se levantou e disse não ser necessário dar dicas de quem ela havia sorteado porque só restaram as duas, e que ela aproveitou esta oportunidade que a vida lhe concedeu para se tornar uma pessoa melhor entendendo, respeitando e aprendendo a conviver com as diferenças. Finalizou chamando pelo nome sua amiga oculta. Ela veio receber o belo presente e não teve palavras para expressar sua vergonha diante do comportamento totalmente oposto ao que havia recebido.

A vida sempre nos proporciona momentos de aprendizagem, cabe a cada um de nós aproveita-los ou não.

Comentários (0) 12/16/2008

Natal e os Correios

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Ontem fui ao Correio despachar um presentinho para meu amigo secreto que mora muito longe da minha cidade.
Já fui preparada psicologicamente para enfrentar uma fila imensa. Preferi ir no horário de almoço imaginando encontrar trabalhadores apressados em razão do pouco tempo. Seria tudo muito rápido.
Fui a 15ª de uma fila que esperava ser maior. Fiquei feliz! Logo cumpriria minha missão.

Assim que chegou um rapaz atrás de mim, pedi que guardasse meu lugar e fui perguntar no balcão de atendimento se para pegar a caixinha para acomodar o presente precisava ficar na fila. Ela me respondeu que sim. Então voltei e fiquei aguardando.

Comecei então a analisar o cenário. Havia 4 guichês de atendimento, porém somente dois funcionavam. O local onde se despacha grandes pacotes estava fechado. As pessoas ficavam segurando incomodamente seus pacotes, enormes, que precisavam ser apoiados no chão.

No primeiro guichê estava sendo atendida uma mulher aparentando seus 30 anos, muito atrapalhada, deixando cair a bolsa no chão, a caneta… No segundo guichê estava um senhor despachando um pacote enorme. Antes mesmo de ele acabar de ser atendido chegou outro rapaz, com vários pacotes e se posicionou ao lado do guichê 2. Tão logo o primeiro saiu entrou este que nem na fila estava. A mocinha do atendimento justificou que ele já havia estado ali e por isto teria preferência. Ficamos todos calados.

Ela atendeu este e mais outro que chegou com a mesma alegação. Enquanto isto a mulher atrapalhada continuava lá e todos nós da fila, ali, parados no mesmo lugar.

Enquanto o segundo guichê atendia todos os “fura fila” que já haviam estado nela, veio um rapaz lá de dentro do Correio e pediu para que a atendente assim que acabasse de atender o rapaz, fosse lá dentro.

Confesso que não gostei nada de ter ouvido isso. Ela era, naquele momento, nossa esperança de atendimento. Fazia dez minutos que eu havia chegado e continuava a ser a 15ª da fila. A primeira da fila “bufava”, se abanava, fazia caras e bocas, mas de nada adiantava.

Chegou então o momento da mulher atrapalhada do guichê 1 pagar pelo serviço. Ela então tira o talão de cheques da bolsa e diz que ser a primeira vez que iria preencher um e pediu para que a atendente lhe ajudasse. Ela muito solícita, começou a explicar para que servia cada item constante na folha. A aluna atrapalhada, muito interessada, fazia muitas perguntas sobre por que ter o número da agência, se ela precisaria decorar o número da conta, se cada talão terá um número específico, e outras perguntas muito pertinentes, principalmente num guichê de correio. Após tantas perguntas inicia o preenchimento do cheque. Escreve a quantia e pergunta se está certo. Pede para a atendente lhe ditar o extenso, e assim vai até chegar na assinatura e ela dizer que estava muito nervosa com medo de errar.

Neste momento fiquei imaginando se isso estava realmente acontecendo e se caso fosse verdade, se eu havia entrado no túnel do tempo e ido para no século XIX.

Eis então que volta a segunda atendente. A primeira da fila inicia sua caminhada quando é alertada que ao seu lado havia uma senhora, de cabelos brancos, e que teria preferência. Nem eu havia visto esta senhora, afinal todos estávamos com a atenção voltada para a hilária moça do cheque.

A senhora, agora no guichê 2, deposita a chave do carro em cima da bancada e pede para ver os cartões de Natal. A atendente pega um maço e coloca no balcão. A senhora começa a espalhá-los a fim de facilitar a escolha. Ela olha demoradamente cada um e pede a opinião da atendente sobre qual é o mais aconselhável para enviar ao genro, a uma tia velhinha e outros familiares.

Neste momento sinto que minha paciência começou a dar sinais de esgotamento. Olhei no relógio e constatei que estava há 28 minutos na fila sem dar seque um único passo para a frente.

Eis que a moça atrapalhada começa a guardar na bolsa tudo que havia tirado e espalhado em cima do balcão. A primeira da fila ensaia, mais uma vez, seus passos e finalmente segue rumo ao guichê. Entre encostar, ser atendida e ir embora não levou mais do que 30 segundos. Agora eu já era a 14ª e a fila começa a andar.
Depois de 50 minutos de fila chego finalmente no balcão e peço a caixinha nº 2 para poder acomodar o presente. Ela me informa que estão sem caixas pequenas e que a única caixa que tem é a de número 6. Neste momento sinto meu sangue ferver e digo tentando controlar a voz para não parecer grosseira:
- Por quê você não me falou isso quando vim lhe perguntar sobre as caixinhas?
Ela então me respondeu: - Mas a senhora me perguntou se era aqui que pegava as caixinhas, não me perguntou se tinha todos os tamanhos.
Eu, tentando não perder a compostura lhe respondo: - Mas vou imaginar que numa época de Natal, ocasião em que as caixas são mais procuradas, não vou encontrá-las? Se vocês obrigam o uso das caixas de vocês, não podem ficar sem tê-las.
- Sinto muito! Me respondeu ela.
- E agora, o que faço. Posso colocar num saquinho de Sedex? Perguntei tentando resolver o impasse.
- Infelizmente este objeto tem que se acomodados em caixas. Não posso enviá-los no saquinho. Infelizmente a senhora terá que procurar em outra agência do correio.

Então me lembrei de um acessório que tenho sempre na bolsa para estas ocasiões: tirei meu nariz de palhaço (aquela bola vermelha) coloquei e pedi para que ela repetisse que após 50 minutos na fila eu teria que me dirigir a outra agência do correio porque eles não tinham me informado… E desfiei o rosário como se diz popularmente.

A fila já se estendia na calçada. A senhora com atendimento preferencial ainda estava escolhendo os cartões.
Lembro novamente que ela veio dirigindo, logo está apta a dirigir, porém não pode esperar sua vez na fila.
Sabe o que falta: Bom senso! Respeito humano. Solidariedade.

Chego em casa e encontro um aviso de tentativa de entrega dos Correios. Vieram me trazer o presente que meu amigo secreto me enviou. Louca para saber quem era fui olhar os horários para poder retirar lá na agencia onde eu estava até agora, e qual não foi minha surpresa quando li:
“Caso queira retirar a encomenda poderá comparecer na unidade das 10h às 11h.”

Prefiro nem comentar!

Comentários (4) 12/16/2008