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Cybele Meyer :: Falando Sobre... livro

Na minha cadeira ou NA TUA? #sorteio

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Este é o título de um livro super interessante que li estes últimos dias. Juliana Carvalho conta numa linguagem super atraente e bem humorada, como foi se adaptar a nova realidade de vida após ser surpreendida por uma inflamação na medula que a deixou paraplégica, quase que do dia para a noite, no auge dos seus 19 anos.

No início do livro, que tem o formato de um diário, ela nos presenteia com flash da sua infância e pré-adolescência misturadas com a constatação da doença. Seu relato nos leva a compor seu perfil como sendo amante da vida, desfrutando cada minuto com toda a intensidade e que, mesmo assustada com tudo que estava acontecendo, consegue encarar as dificuldades e constrangimentos com o humor que só a ela pertence.

Tanto antes da doença quanto depois Juliana nos presenteia com uma realidade que nós pouco conhecíamos. Suas aventuras e experimentações nos levam a conhecer os anseios e curiosidades que habitam a mente do jovem adolescente. Isto é inédito uma vez que, o adolescente por se manter sempre fechado em si mesmo, cria uma barreira intransponível, dificultando o acesso de qualquer um.

Para quem tem interesse em estudar a adolescência este livro é extremamente rico e verdadeiro.

Num determinado momento Juliana divide sua vida em antes e depois da doença e o foco passa a ser então no seu esforço e determinação em superar as inúmeras dificuldades que só um cadeirante conhece.

E ela consegue nos surpreender novamente ao relatar com detalhes como estimular a bexiga e o intestino para que funcionem, como aprender a se tornar um pouco mais independente nas pequenas ações como, por exemplo, colocar a própria calça. Fala sobre as atividades que ajudam na parte física e emocional do cadeirante. Enfim, ela nos mostra, sem pudores, como é o cotidiano de uma pessoa que foi obrigada a mudar radicalmente seu estilo de vida.

Com tudo que lhe aconteceu e da forma como aconteceu ela tinha somente duas maneiras de encarar tudo isso: se revoltando ou tentando tirar o melhor de tudo, e ela optou pela segunda opção.

Graças ao seu bom humor, à sua maneira “engraçada” de contar determinadas situações ela hoje é líder de audiência no Programa “Faça a Diferença” exibido na TV Assembléia do Rio Grande do Sul o qual “aborda temas ligados à inclusão, respeito à diversidade e promoção dos direito humanos”. Ela vai a campo cobrindo a Parada Livre de Porto Alegre, encarando o chão batido da Aldeia Indígena da Lomba do Pinheiro, pegando estrada para mostrar como é a vida nas comunidades quilombolas e muitas outras histórias emocionantes.

Você pode ganhar o livro Na minha Cadeira ou NA TUA? deixando um comentário aqui neste post e na segunda-feira que vem( 09 de maio de 2010) eu vou sortear entre os participantes. Se você não ganhar, vale a pena adquirir pois a lição de vida é imensa e o aprendizado é inimaginável.

Sou fã dos livros editados pela Editora TERCEIRO NOME inclusive a citei recentemente quando falei de José Mindlin – O guardião

Pelo Twitter

@Gemaria_SeR

@LivroseAfins

Comentários (11) 05/03/2010

Meu Pai Sabe Voar

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Fui convidada pela minha querida amiga @lilianeferrari para o lançamento do livro Meu pai sabe voar, de Daniela Pinotti e Marcelo Maluf pela Editora FTD, na Livraria Martins Fontes, em São Paulo.

Como sabem eu não resisto ao bom livro e se for infantil então tenho logo que ler para dar a minha opinião.

O livro faz uma bela e sensível apologia ao poder das histórias ao retratar a relação entre o garoto Júlio e seu pai.

“É a história do menino Júlio, de 7 anos, que adora tudo o que voa. Essa característica é incentivada pelo pai, que todo dia presenteia o menino com asas feitas de papel. O menino “voa” toda noite, impulsionado pelas histórias que o pai inventa ao lhe dar o presente. Um dia, Júlio descobre que o pai, como ele, também sabe “voar”.”

O “voar” sempre fez parte do sonho ou da realidade estando presente no imaginário (ou não) das crianças. Peter Pan saia voando e levando consigo seus amigos para grandes aventuras; Mary Poppins chegou voando através do seu guarda-chuva; ET e seus amigos saairam voando em suas bicicletas numa das cenas mais emocionantes que já vi.

Sim, o voar faz parte do sonhar, do criar, do imaginar.

Se quiser ler Meu pai sabe voar e prestigiar os autores vá no dia 05 de dezembro (sábado), a partir das 15h, na Livraria Martins Fontes

Av. Paulista, nº 509 – São Paulo – SP (próximo ao metrô Brigadeiro).

Nos encontramos lá.

Para voltar aos tempos de criança voe com Peter Pan nesta aventura

Comentários (0) 12/03/2009

E Viveram Ciumentos & Felizes para Sempre

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Este  o título do livro lançado pela Casa Editorial Luminara onde a psiquiatra italiana Donatella Marazziti conta o resultado dos seus estudos realizados durante catorze anos sobre os aspectos bioquímicos e psicológicos relacionados aos sentimentos.

Investigou primeiramente como se comportam os mecanismos cerebrais diante da paixão e do amor e deste estudo resultou a publicação A Natureza do Amor que virou Best Seller na Itália e foi lançado em 2007 aqui no Brasil.

Neste seu último lançamento Donatella Marazziti

“defende a ideia de que o ciúme é um sentimento inato, com um papel importantíssimo na preservação das relações amorosas e do qual ninguém escapa. Em entrevista à repórter Naiara Magalhães, ela faz a distinção entre o ciúme normal e o patológico, estabelece os cinco perfis mais comuns de ciumentos e diz qual é a melhor arma contra o medo do abandono”.

Leia a entrevista que a autora concedeu para a Revista Veja, que sairá no dia 02 de dezembro e que foi divulgada pela Veja.com

m seu livro …E Viveram Ciumentos & Felizes para Sempre, a senhora defende a ideia de que o ciúme cumpre um papel importante na manutenção da relação. Que papel é esse?
O ciúme funciona como um detector de ameaças, de que algo de errado está acontecendo na relação. Se as pessoas souberem interpretar as mensagens que o ciúme manda, poderão usá-lo em benefício do namoro ou do casamento. Na Itália, costumamos citar o verso de um tango: “Amor quer dizer ciúme”.

É comum ouvirmos histórias de relações que são desfeitas por causa do ciúme de um dos parceiros – ou até dos dois.
Certa vez, um escritor italiano comparou o ciúme à pimenta usada para temperar a comida. É algo que pode dar mais sabor às relações, mas não deve ser excessivo. Do contrário, ninguém quer experimentar.

E como saber se o ciúme é ou não excessivo?
Essa é uma questão crucial não só para os ciumentos, como também para os psicólogos e psiquiatras que estudam o assunto. Há casos em que a patologia fica evidente. Mas às vezes é difícil definir a fronteira entre o normal e o patológico. Para mim, um dos critérios básicos nessa diferenciação é o tempo que o ciúme ocupa na vida de uma pessoa. O ciúme é normal quando dura pouco. Qual é o limite? Eu trabalho com o parâmetro de até uma hora por dia. Outro indicativo de que o ciúme é normal é que ele desaparece quando o parceiro assegura que não há motivo para senti-lo. No fim, não altera a vida do ciumento nem a de seu parceiro, apesar de causar sofrimento enquanto dura.

Como algo que implica sofrimento pode fazer bem?
Se a pessoa se pergunta “o que me faz sentir ciúme?”, ela pode usar a reflexão que surge desse questionamento para melhorar a relação. É inevitável que o medo de ser traído e de a relação acabar cause dor. Mas, quando a pessoa se debruça sobre esses medos, em geral acaba por valorizar mais o parceiro. Podemos comparar o ciúme à dor física: é ruim senti-la, mas ela tem um papel vital para evitar que nos arrisquemos em experiências demasiadamente perigosas. Quem não sente dor pode morrer precocemente por se expor a riscos muito altos. A dor, assim, promove nossa evolução. Por outro lado, quem sente dores terríveis sofre demais e vive menos. O ciúme funciona de maneira semelhante: na medida certa, protege; em excesso, mata a relação.

O que caracteriza o excesso de ciúme?
Vasculhar a bolsa ou a carteira do parceiro, checar as mensagens do celular ou ligar para todos os amigos do marido ou da mulher cada vez que ele ou ela não atende ao telefone, por exemplo, não são comportamentos bons para o relacionamento, embora possam estar presentes em quadros de ciúme ainda considerados relativamente normais. São atitudes ruins porque colocam o foco no terceiro elemento da suposta traição, e não no parceiro, o que compromete a relação saudável.

Se bisbilhotar o computador e o celular do parceiro pode ser considerado até certo ponto normal, o que indica que o ciúme passou do limite e se tornou doentio?
Quando a pessoa restringe a vida do parceiro à relação do casal, provavelmente o ciúme já virou patológico. Primeiro, o ciumento consegue um jeito de o parceiro não ir mais à happy hour com os colegas do trabalho, depois o convence a não ir mais a encontros com os amigos de faculdade e, quando o parceiro se dá conta, já não pode cumprir atividades rotineiras, como ir ao supermercado ou ao banco, sem que isso não implique ser controlado. O namorado ou o marido, ou a namorada ou a mulher, passam a viver praticamente encarcerados na relação a dois. Mesmo querendo agradar ao ciumento, ao fazer tais concessões a pessoa que é alvo do ciúme sofre por ter abandonado sua vida social e por ter abdicado de vínculos afetivos importantes. O ciumento, por sua vez, nunca estará plenamente satisfeito com a situação que ele próprio criou – qualquer esboço de vontade por parte do outro de retomar a vida vai causar-lhe ainda mais apreensão. O ciúme doentio não dá um momento de tranquilidade nem ao ciumento nem ao parceiro dele. Nunca está satisfeito.

Se sentir ciúme é inevitável, o que é possível fazer para amenizar o sofrimento que ele causa?
Duas atitudes são fundamentais para a pessoa lidar bem com o ciúme e torná-lo menos sofrido. A primeira é parar para refletir sempre que o ciúme aparecer. É preciso tentar entender a origem do sentimento. Você sente ciúme porque já foi traído e tem medo de que a experiência ruim do passado se repita? O problema está em você ou em seu parceiro? O ciúme foi desencadeado por sua insegurança? Seu parceiro fez alguma coisa que ameaçou de fato a relação? A segunda coisa é falar com o parceiro sobre o ciúme que você sente. Se o problema for tratado sem histeria (ou seja, nunca no auge de uma crise e sempre depois de restaurada a calma), esse tipo de conversa poderá ter um grande benefício para o casal. O parceiro concordará em evitar alguns comportamentos que não lhe são indispensáveis, mas fazem o outro sofrer.

Alguém está imune ao ciúme?
Quando se ama, não. Todo mundo sente, já sentiu ou sentirá ciúme do amado. Muitas pessoas podem até achar que não têm ciúme, mas elas estão enganadas. O ciúme normal é um sentimento efêmero: emerge e vai embora. É isso que faz com que muita gente se diga imune a ele. Quando uma pessoa vem a mim e diz “doutora, eu não sou ciumento”, proponho o seguinte exercício: peço a ela que pense em seu parceiro conversando com um homem ou uma mulher atraente. Em seguida, peço que imagine que os dois estão se beijando. Vamos assim, num crescendo, até o ciúme emergir. E eu garanto: ele sempre aparece.

Qual é o peso dos fatores culturais no modo como as pessoas costumam manifestar o ciúme?
Os componentes culturais têm influência, sem dúvida. Mas, para mim, o papel mais decisivo cabe à biologia: o ciúme é um sentimento inato. E há vários indícios disso. Um deles é o fato de que o ciúme está presente nas mais diferentes culturas, dos Estados Unidos à China. Ao longo da história, algumas sociedades tentaram evitar o ciúme, mas, por mais esforços que tenham feito, não conseguiram. Comunidades americanas fundadas no século XIX, como a dos mórmons e a dos oneidas, baseadas na poligamia e no amor livre, não conseguiram abafar o sentimento. Há o caso célebre de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Eles optaram por um casamento aberto, mas não evitaram o ciúme e o sofrimento trazido por ele. O ciúme é um sentimento exclusivamente humano – um sentimento complexo, que envolve áreas cerebrais e processos mentais que não estão desenvolvidos nos animais.

É comum vermos relações desgastadas, em que o homem e a mulher não demonstram mais amor um pelo outro mas continuam a apresentar comportamentos típicos dos ciumentos.
Nesses casos, é provável que o homem ou a mulher considere o parceiro apenas objeto de sua posse. Esse tipo de comportamento tem pouco (ou nada) a ver com o amor – e, portanto, tem pouco (ou nada) a ver com o ciúme normal. No ciúme patológico, a vaidade e a possessão assumem um papel maior. Repito: o foco do ciúme normal é o parceiro que o enciumado tanto ama e teme perder. O foco do sentimento patológico é o próprio ciumento.

As pessoas com baixa autoestima estão mais vulneráveis às crises de ciúme?
O ciúme não tem a ver com falta de autoconfiança, necessariamente. Há vários traços de personalidade que podem favorecer seu aparecimento. Num estudo com 500 pessoas que realizei com meu grupo de pesquisa, foram identificados cinco tipos de ciúme que podem variar na escala da normalidade: o ciúme depressivo, que realmente está relacionado à baixa autoestima, mas também o obsessivo, o paranoide, o hipersensível e o ansioso.

O que caracteriza cada um desses tipos de ciúme?
O ciúme depressivo acomete pessoas que sempre consideram seus parceiros melhores do que elas. Para essas, é óbvio que, se ainda não foram, um dia serão traídas. O ciumento do tipo depressivo não costuma tomar muitas atitudes com relação a seu sentimento. Geralmente sofre sozinho, calado. É o que chamamos de ciúme “Charlie Brown”, em referência àquele personagem dos quadrinhos. A marca do ciúme obsessivo são os questionamentos e comportamentos repetitivos. Os ciumentos dessa categoria vasculham reiteradamente as coisas do parceiro, checam os bolsos e as mensagens no celular à procura de indícios de traição. Ligam o tempo todo para ele e perguntam: “Você me ama?”. E também sempre questionam a si mesmos: “Ele me ama? Ele me trai?”. São consumidos pela dúvida constante. É o ciúme que rotulamos “Hamlet”. Já o ciúme paranoide é típico do sujeito que tem um grau maior de certeza de que o parceiro o trai. Ele fantasia a traição valendo-se de indícios que só são significativos para ele. São pessoas muito rígidas no seu modo de pensar e de agir. Criam regras que elas próprias seguem e cobram do parceiro que ele tenha os mesmos comportamentos. Dizem coisas do tipo: “Eu recusei sair com meus amigos hoje, então não encontre seus amigos amanhã”. A esse tipo de ciúme chamamos de ciúme “Otelo”. O ciúme hipersensível é típico das pessoas melindrosas. Elas não suportam a reprovação ou uma palavra mais brusca do parceiro, mas preferem sofrer em silêncio. O ciúme ansioso, por fim, é comum entre as pessoas que estão em constante estado de alerta. Na verdade, é um desdobramento da própria ansiedade.

O celular e a internet, principalmente as redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter, não servem de combustível ao ciúme?
Esses recursos alimentam o ciúme, sem dúvida. De um lado, porque aumentam realmente as possibilidades de traição e, consequentemente, ampliam os motivos para o aparecimento do sentimento. Atualmente, sem sair de casa, uma pessoa pode conhecer outra pela internet e acabar tendo com ela uma relação extraconjugal. De outro lado, essas ferramentas deixam as pessoas mais suscetíveis à vigilância do ciumento. As relações ficam muito mais expostas.

A senhora é ciumenta?
Eu me considero levemente ciumenta. Ocasionalmente, sinto mais ciúme do que o habitual, mas consigo dominá-lo. Tenho uma fórmula para não ser consumida pelo ciúme: não perco tempo pensando na possível traição do meu marido. Invisto minha energia cuidando dele! Funciona, eu garanto.

Comentários (1) 11/30/2009

Como falar com meninas - Book Crossing

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Este é o primeiro de muitos posts, pois espero ler muitos e muitos livros, do grupo Book Crossing o qual pertenço e expliquei num outro post e que irei compartilhar com vocês.

Nem preciso falar o quanto gosto de ler e o quanto gosto de compartilhar o que li. No Book Crossing levamos a debate o conteúdo do “Como falar com meninas” de Alec Greven da Editora Record.

Assim que recebi o livro e o folheei fiquei encantada com as ilustrações. São de excelente bom gosto e bem atrativas agradando adultos e crianças.

Iniciei a leitura e já de início me pus a pensar o que leva um menino de 8 anos, agora ele já tem 9, refletir tanto a ponto de “construir um manual de conquista para ser seguido por outros meninos e meninas da mesma idade.

Na discussão com o grupo Dafne comentou que as “crianças são diferentes de pais para país”.

Samantha então contou que “li este livro com o meu filho Enzo, de 9 anos. Foi meio assustador, embora divertido e bastante elucidativo.”

Também partilhou que a ideia de escrever o livro foi dada pela professora de Língua PInglesa (olha a importância do professor em sala de aula), e que para ter conteúdo ele foi entrevistar os outros estudantes no recreio da escola.  Assim que Sam leu o livro com seu filho postou sobre o assunto.

Eu então voltei a argumentar que ele ter feito a pesquisa e ter cumprido satisfatoriamente a Tarefa escolar não me “preocupa”. O que me deixou em estado de alerta, fui um pouco exagerada, foi este manual virar best seller e ter sido consumido por crianças da mesma idade. No livro ele passa a ideia de ser um profundo conhecedor da “mente feminina” quando afirma que os meninos dever “ter consciência de que as meninas vencem a maior parte das discussões”.

Liliane Ferrari ainda brincou “vcs ainda tem dúvidas de q a mulher tem sempre razão???” Nisso o garoto está completamente certo!!! Hahahahahahaha. Flavia Penido ainda completou “alguém mais velho achar que fórmulas e planos mirabolantes do Cebolinha pra derrotar a Mônica conquistam pessoas - mas isso aos 8 anos…é estranho né?

Vocês puderam perceber o quão interessante é o livro e aqui vai uma dica para os professores: Acho muito interessante que o livro seja trabalhado em sala de aula para que se possa ouvir a opinião dos jovens estudantes sobre o assunto. Tenho certeza que a “colheita” será imensamente rica. Depois vocês podem compartilhar conosco qual é a visão das crianças brasileiras sobre o “Como falar com meninas”.

Fico no aguardo.

Ah! Vou sortear o livro entre os que deixarem aqui seus comentários. Vocês terão até o final de agosto, ou seja, no dia 31 (segunda-feira) será o último dia. No dia 01 eu comunico quem é o ganhador ou ganhadora.

Beijinhos, vamos comentar e boa sorte para todos!

Comentários (8) 08/17/2009

A Casa das Fadas

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Ler sempre foi um dos meus melhores passatempos. Quando entro em uma livraria fico louca, quero ler todos e me sinto até ansiosa em razão de perceber que o tempo passa muito rápido em relação a quantidade de títulos que quero ler. Em razão disso cheguei a te a fazer um curso de leitura rápida, aquelas técnicas americanas, para poder “consumir” mais e mais livros.

Foi então que recebi o convite da Sam para integrar o grupo Book Crossing dos livros da Editora Record no grupo MdeMulher. Somos muitos e dará uma boa “prosa” em torno dos títulos.

A joia de Medina, Alex e eu, Como falar com meninas, Lições de vida de um cão chamado Lava, Mundos de Eufrásia, O Mundo é curvo, O poder da intuição e Para Sempre Teu, Biografia de Caio Fernando Abreu

Inclusive já coloquei na lateral o selo que foi elaborado pela Dafne uma das integrantes do grupo.

E como o assunto é livro aproveito para fazer um super convite a todos vocês: o lançamento do livro

“A Casa das Fadas”

pela Editora Multifoco, escrito por Danilo Donzelli que conta a interessante história de um menino que cresce num abrigo até um dia ser adotado.

Será no dia 19 de agosto às 18h30 na rua José Almeida Camargo, 96 – Vila Madalena – São Paulo

No dia 20, ou seja, no dia seguinte do lançamento, a Lúcia Freitas irá sortear um exemplar em seu Ladybugbrasil.

Não deixe de ir e participe!

Comentários (5) 08/12/2009

Somar ao invés de substituir

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Não sei por que é que o ser humano tem mania de querer substituir o antigo pelo novo. Não que eu seja contra o progresso e o avanço tecnológico, muito pelo contrário, sou usuária de tudo que aparece de novo, pois preciso experimentar para poder dar a minha opinião, porém não sinto necessidade de abandonar definitivamente o que eu usava antes pelo que uso agora. Posso até deixar de lado, porém levantar bandeira para tirar de circulação algo que eu não uso mais é inconcebível, pois somos diferentes, temos necessidades e gostos diferentes e cada um tem o seu tempo para aceitar e se adaptar às mudanças.

 

Está mais do que na hora de pensarmos em somar e não em excluir. Estou falando sobre este assunto em razão da notícia que se espalhou pelo mundo todo como um tsunami onde o então governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, apresentou um plano de substituição de todos os livros didáticos em todas as escolas da Califórnia pelos recursos digitais alegando serem mais econômicos.

 

Houve uma convulsão entre os profissionais da educação do mundo todo que alegam “n” razões para fundamentar seu descontentamento diante desta mudança.

 

Aqui no Brasil, quando falamos do uso da tecnologia como ferramentas de aprendizagem, há sempre alguém se colocando contra e em defesa dos livros e materiais tradicionais.

Eu, particularmente, sou totalmente favorável ao uso da tecnologia, porém em consonância com o uso do material didático tradicional. Não há porque substituir completamente um pelo outro. Temos sim que unir os dois recursos em prol de uma aprendizagem mais elaborada e com recursos mais atraentes e eficazes.

Acho muito válido cada criança ter o seu laptop ou celular 3G em sala de aula e poder usar este recurso juntamente com o livro e o caderno.

 

Este comportamento aconteceu quando surgiu a televisão. Antes todo mundo ouvia somente o rádio e com a chegada deste novo recurso profetizaram a “morte” do rádio, coisa que obviamente não aconteceu. Eu mesma sou fã incondicional do rádio. O mesmo comportamento se deu com a vinda do HVS o qual iria assassinar o cinema, e este está  mais vivo do que nunca, inclusive em relação às produções do nosso país.

 

Agora, persistem com o mesmo comportamento em relação à educação querendo que os recursos digitais substituam os livros e que o computador substitua o professor.

 

Precisamos parar de querer substituir um pelo outro e seguir o lema “Somar ao invés de substituir”.

Comentários (0) 07/08/2009

Alex e eu

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Foto: Rick Friedman/Corbis/Latinstock

Você trocaria seu marido por um papagaio?

Achou esquisita esta pergunta? Pois Irene Pepperberg abandonou o emprego e também o maridão para se dedicar totalmente a Alex, um papagaio que ela comprou quando este tinha apenas um ano, e que viveu ao seu lado durante três décadas vindo a falecer no dia 20 de setembro de 2007

Irene é professora de cognição animal das universidades Harvard e Brandeis nos Estados Unidos e dedicou-se a estudar as habilidades cognitivas de Alex que sabia contar até seis e fazia cálculos simples como somar 2+3=5. Também demonstrou saber a equivalência entre 6 e meia-dúzia sem que tivesse recebido treinamento para isso.

Identificava cores e determinados objetos além de usar corretamente conceitos abstratos como “nada” ou “diferente”.

Alex provou que uma ave com o cérebro do tamanho de uma noz com casca pode fazer as mesmas tarefas que macacos, golfinhos e crianças pequenas. Esse foi um grande avanço.

Os registros destes estudos você pode ter acesso através do livro Alex e Eu (tradução de Marcia Frazão; Record; 240 páginas; 38 reais). Eu ainda não o li, porém devo ler em breve. Este tipo de experiência muito me atrai. Tive certa vez um Agapornis que ao reconhecer o meu andar quando chegava em casa começava a pedir para sair da gaiola andando de um lado para o outro perto da portinhola. Ele adorava dormir coberto. Se enfiava embaixo do seu paninho e quando queria continuar a dormir, eu o chamava e ele resmungava não saindo debaixo das cobertas. Porém, se não estava mais com sono, colocava a cabeça para fora da coberta e piava feliz vindo, em seguida, em direção à portinhola. Ele se chamava Moleque e era tão querido que até participou do amigo secreto no Natal. É claro que quem comprou o presente dele fui eu e ele ganhou uma balancinha para a sua gaiola. Ele adorou!

Alex tinha um vocabulário de 150 palavras e usava algumas com coerência. Quando estava cansado das apresentações dizia “quero voltar” sugerindo sua ida para a gaiola. Certa vez, lhe foi oferecido um pedaço de bolo e após comer um pedaço falou “pão gostoso”.

Ele conseguia processar informações de uma maneira muito complexa. Tinha uma capacidade de discernimento que lhe permitia juntar vários de seus conhecimentos para solucionar um problema.

Não há como não se apaixonar por um bichinho destes, não é mesmo?

Leia estes e muitos outros registros realizados por Irene Pepperberg no livro Alex e eu.

Comentários (3) 06/29/2009