Falando sobre Alice no País das Maravilhas

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Todo mundo quer aproveitar o lançamento de Alice no País das Maravilhas para lucrar mais um pouquinho.

Eu que sou comprometida com o consumo consciente não poderia deixar de expressar minha opinião sobre o que está acontecendo de forma tsunâmica.

Sempre comento sobre a ação dos veículos de comunicação que “bombardeiam” o público com propagandas motivadoras ao consumo desnecessário. Sempre é tempo propício para comentar sobre este assunto. Porém, o nosso povo é consumista e ainda está longe a mudança de paradigma em relação ao TER. Enquanto isso muitos aproveitam a onda do clássico Alice no País das Maravilhas para lançarem seus produtos, que por trilharem a “linha limitada” acaba, por si só, sendo uma motivação incrível.

H.Stern desenvolveu sua linha de jóias com anel Alice-pássaro, Floresta-cogumelo em estilos 1, 2 e 3 e outros que você pode conferir no Flickr das Dicas da Condessa do Bazar Pop, e que com certeza, serão adquiridos e exibidos para uma classe bem diferenciada e rodeada de seguranças.

A joalheria Swarovski também pegou carona na Alice e lançou outras opções de jóias para outras opções de uso conforme você pode conferir no blog da Elfinha.

A Swarovski também está lançando mochilas, bolsas, jogos para videogame, trilhas sonoras e livros como bem mostra Liliane Ferrari.

Outra que não deixou a oportunidade passar foi a ELLUS JEANSDELUXE que Liliane Ferrari conta aqui.

Também a Bside lançou a linha de maquiagem Alice no País das Maravilhas que pode ser conferido aqui no Bazar Pop.

Tem também o livro pop-up que é maravilhoso e que falei sobre ele neste post sobre o Dia Nacional do Livro Infantil no Mãe com Filhos.

Sei que devem ter muito mais produtos andando na sombra da Alice, correndo ao lado do apressado Coelho branco, com os preços crescendo como se tivessem comido o delicioso biscoito “eat me”. Porém fica a seu critério participar consumistamente desta aventura com ou sem óculos 3D.

Mudando de assunto quero compartilhar o achado da Tecnologia Outonal que encontrou este vídeo excelente que está abaixo e mostra Alice no País das Maravilhas no iPad. Vale a pena, além de assistir o vídeo ler o post que tem informações super interessantes.

No Bolsa das Novidades têm vários posts abordando diversos focos sobre o filme, sobre o game e outros assuntos.

A Vida como a Vida Quer faz uma abordagem diferenciada e inteligente sobre Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas (1865) e Alice no País do Espelho (1871) e a relação da história com o jogo de xadrez.

Quando meus filhos eram pequenos (1989) a Rede Globo apresentou durante duas semanas em formato de “seriado” esta superprodução de Alice no País das Maravilhas. Eu gravei os episódios em VHS porque na época só existia esta opção e ainda a tenho guardada. Meus filhos assistiram inúmeras vezes e lembram com saudades da época em que todas as tardes convidavam os amigos para assistirem em casa.

Comentários (2) 04/26/2010

“Somos o que fazemos” Educação - O filme #Oscar

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“Somos o que fazemos. Se nunca fizéssemos nada, não seríamos ninguém” frase do filme Educação.

Viver é realmente uma grande aventura. Nunca sabemos o que está por vir. O que aconteceu com a inglesa Carey Mulligan é a prova disto que afirmei acima. Há dois anos ela se sentia muito triste pela falta de apoio de sua família em relação à sua escolha de ser atriz e, intercalado com seu trabalho de garçonete, fazia pontas na TV britânica na esperança de ser vista e convidada para atuar num filme.

Utopia? Talvez, mas como é importante acreditar no seu sonho. Pois ela, com apenas 24 anos, foi convidada para participar de um filme de época, uma produção independente com a direção da dinamarquesa Lone Scherfig. Pois é, estou falando do filme “Educação” que tem sua estréia marcada aqui no Brasil para esta sexta-feira, dia 19 de fevereiro, e que rendeu à sonhadora Carey Mulligan a indicação ao Oscar 2010 como melhor atriz.

O filme é baseado em fatos reais que foram contados no livro de memórias da escritora Lynn Barber e que aconteceram na década de 60 onde ela, que no filme se chama Jenny, se apaixona por um playboy que tem o dobro da sua idade e que provoca grandes rejeições, principalmente por parte da sua família.

Em entrevista ao GLOBO Carey disse que

“Tive muito medo de que o público odiasse o filme. Sabia que a culpa seria minha. Mas, enquanto estava filmando, eu me diverti muito. Quando filmei a cena com Emma Thompson em “Educação”, pensei que aquele seria o dia mais feliz da minha vida.”

Hoje, após o sucesso e sua indicação ao Oscar seus pais aceitam melhor a sua opção de ser atriz.

Fico triste sempre que fico sabendo de ações e reações como estas, pois não há nada mais importante do que o apoio da família nas escolhas, principalmente, dos filhos. Tomar um rumo na vida é tarefa difícil em razão do desconhecido e do inesperado. Tudo pode acontecer tanto de bom quanto de ruim. Por isso o apoio familiar é tão importante. Compartilhar somente as coisas boas é muito fácil e muito cômodo. O amparo dado pela família aos filhos quando estes tentam realizar seus sonhos é um divisor de águas e quando o resultado vem, seja ele qual for, o continuar ao lado faz toda a diferença.

Mas voltando ao assunto filme “Educação”, vamos assistir e depois comentamos aqui.  Tenho certeza que muito que acontece ali, me fará reviver situações semelhantes.

Ficha técnica:

  • título original:An Education
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 35 min
  • ano de lançamento:2009
  • site oficial:
  • estúdio:BBC Films / Endgame Entertainment / Finola Dwyer Productions / Wildgaze Films
  • distribuidora:Sony Pictures Classics
  • direção: Lone Scherfig
  • roteiro:Nick Hornby, baseado nas memórias de Lynn Barber
  • produção:Finola Dwyer e Amanda Posey
  • música:Paul Englishby
  • fotografia:John de Borman
  • direção de arte:Ben Smith
  • figurino:Odile Dicks-Mireaux
  • edição:Barney Pilling
  • efeitos especiais:Baseblack

Comentários (0) 02/18/2010

O poder do estímulo #motivação

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Se o líder, o professor, a mãe tiverem consciência do valor e do poder de um estímulo, com certeza os resultados obtidos serão muito diferentes.

Não sei se você já assistiu o filme Desafiando os Gigantes”, mas digo que quantas vezes você assistir tantas vezes vai se emocionar e se inspirar nele. Há depoimentos de que vários esportistas , como a lutadora de taekwondo Natália Lavigna e o judoca Tiago Camilo, ambos medalhistas nas Olimpíadas de Pequim, que buscaram inspiração, força e estímulo no filme dos irmãos Kendrick.

Tiago Camilo conta que seu irmão ligou no intervalo entre a derrota para Bischof e as lutas da repescagem. Ele estava abatido sentindo como se o título já tivesse escapado de suas mãos: “Ele me disse que a Olimpíada tinha nome e não importava a cor da medalha. A quilômetros de distância eu vi o rosto e ouvi a voz de todos que me empurraram para a vitória”, avaliou o atual campeão mundial da categoria. “Eu errei contra o alemão, mas são coisas da luta. Tudo pode acontecer no judô. O importante é a medalha“, completou.

E estas palavras foram fundamentais para a sua vitória.

Também o Fluminense buscou inspiração neste filme que encheu de motivação seus jogadores e que venceram o São Paulo nas quartas-de-finais da Libertadores em 2008. Há 40 anos que eles não venciam o São Paulo com uma diferença de dois gols. Os próprios jogadores que assistiram ao filme na manhã deste jogo, disseram que em campo se sentiram como no filme e que deram o seu melhor conquistando a vitória.

Este poder de incentivar e despertar a vontade do outro, dar o seu melhor é que a escola tem que incorporar ao seu cotidiano. Ao invés de agir como se o aluno que tem dificuldade fosse um caso perdido ou responsabilidade do outro, deveria tentar encontrar o caminho para “atingir” este aluno e fazê-lo se sentir capaz de superá-las. É claro que estou me referindo às dificuldades decorrentes da apatia, da falta de motivação, de estímulo e não da dificuldade de aprendizagem com causas na hiperatividade, na dislexia e outras.

Veja o poder que uma boa palavra exerce sobre o ser humano.

Se tiver oportunidade assista ao filme todo.

DISTRIBUIÇÃO: BV Films
TÍTULO: Desafiando os Gigantes
GÊNERO: Drama
DURAÇÃO: 111 Minutos
ÁUDIO: Inglês, Francês, Espanhol e Português.
LEGENDAS: Inglês, Português, Espanhol, Francês e Tailandês.
LANÇADO NO BRASIL: 2007

Comentários (0) 02/09/2010

Homenagem a Clint Eastwood

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Você que acompanha as reportagens do “Arquivo N” não pode deixar de assistir hoje (quarta-feira dia 13 de janeiro) a homenagem ao ator, produtor diretor e roteirista Clint Eastwood que completará 80 anos no dia 31 de maio.

Adoro cinema desde pequena. Me lembro que ficava assistindo os filmes madrugada adentro junto com meu pai que também era cinéfilo. Nestas aventuras noturnas me lembro de ter assistido “Sangue e Areia” com Tyrone Power, “Capitão Blood” com Errol Flynn e os filmes de faroeste com John Weyne. Bons tempos!

Mas foi em 1979 que fiquei maravilhada com Clint Eastwood que interpretou Frank Morris no filme O homem de Alcatraz que assisti no cinema. Depois assisti em vídeo e assisti novamente em DVD. Em todas as vezes que assisti fiquei encantada com a interpretação deste grande ator.

Clint tem uma carreira marcante e contínua tendo despontado na década de 60com o Homem sem nome da trilogia dos dólares de Sergio Leone e não parou mais.

Um dos maiores sucessos na década de 70 foi com o inspetor policial Harry Callahan em Dirty Harry que era muito mal-humorado e de mal com a vida. Este personagem teve outros filmes em sequência que atravessou a década de 70 e 80.

No início dos anos 90 ele fez seu último filme estilo western “Unforgiven” onde interpretou um pistoleiro aposentado. Este filme teve um estrondo de bilheteria e foi indicado a 9 Oscars o qual ganhou 4 sendo como melhor filme e melhor diretor. Neste filme há a participação dos estreantes Gene Hackman, Morgan Freeman e Richard Harris. Nada mal, não é mesmo!

Em 1995 outro grande sucesso que eu também assisti no cinema “As Pontes de Madison”. História maravilhosa interpretada ao lado de Meryl Streep.

Não há como não admirar este grande ícone hollywoodiano da sétima arte.

Você que também admira a arte do cinema e em especial este grande e versátil profissional assista ao Arquivo N desta quarta que apresentará o primeiro episódio da carreira de Eastwood. O segundo e último episódio será exibido no dia 20 (quarta-feira que vem).

O ‘Arquivo N’ vai ao ar na quarta-feira, às 23h.

Comentários (0) 01/13/2010

Arthur Bispo do Rosário o “Senhor do Labirinto”

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Este sábado, dia 21 de novembro, o programa Ação está imperdível, pois falará da importância da cultura afro no nosso país onde lembrará a série “A Cor da Cultura” que foi exibida pelo próprio programa em 2005. Os destaques serão para os quilombolas do nordeste e sobre o Projeto Olodum, na Bahia.

O programa também mostrará como o filme “O Senhor do Labirinto” que conta a fascinante história de Arthur Bispo do Rosário que ingressou jovem na marinha e 7 anos depois acabou sendo dispensado por ter apresentado problemas mentais. Então começa a trabalhar na empresa de nome Light e sofre um grave acidente. É defendido judicialmente e contratado para trabalhar na casa do seu defensor onde tem uma crise mental grave e é internado no manicômio por 50 anos.

Destes 50 anos, 25 foram totalmente reclusos sem ter dado nenhuma saída.

Ele utilizava material do lixo para compor suas obras e desfiava os uniformes usados no manicômio para obter a linha para poder bordar. Arthur Bispo do Rosário tinha fascínio por nomes e bordava os nomes das pessoas que conviviam com ele no isolamento do hospital psiquiátrico.

Sua arte nos convida a entrar num labirinto construído por quilômetros de fios, quilos de papelão, de lápis de cor e materiais diversos. Foi exatamente tudo isso que motivou o diretor Geraldo Motta a produzir o filme. Foi necessário então capacitar artesãs de Sergipe o qual fundaram o Clube de Mães onde costuram e bordam. Hoje garantem uma nova fonte de renda o qual contam com orgulho o quanto aprenderam sobre as obras do Bispo.

Ao falar sobre esta nova fonte de geração de renda que acabaram criando na região, Sérgio Silveira, diretor de arte do filme, reconhece que não foi proposital. “Nossa ideia não era gerar renda, mas foi exatamente isso que aconteceu. Estas pessoas viram no Bispo uma possibilidade de renovação, de inclusão social e cultural. Hoje temos muitos “Bispos” por este país, incógnitos, mas tão ricos quanto“, garantiu ao Serginho Groisman que o entrevistou no estúdio, para o programa “Ação” que irá ao ar logo após o “Globo Universidade”

Assista o Making of das Oficinas do “Senhor do Labirinto” em Aracaju, Sergipe onde eles reproduzem as peças do Artur Bispo do Rosário para o filme

Comentários (2) 11/19/2009