Você incentiva seus filhos a ajudá-la nas tarefas domésticas?

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Mãe, cadê aquela blusa vermelha que eu adoro? Mãe, quando que você vai fazer o meu prato preferido? Mãe, você pode ir me buscar no clube? Estas são algumas das inúmeras perguntas que os filhos fazem diariamente para a mãe. Houve época em que o filho perguntava e a mãe imediatamente ia atrás para lhe responder com a peça na mão, porém hoje as mães também trabalham fora e quando chegam em casa, ao final do dia, nem sempre conseguem dar a resposta.

A mulher passou a trabalhar fora para contribuir para o sustento da família, mas não abdicou dos outros afazeres, muito pelo contrário, é normal a mulher ter jornada tripla: trabalha fora, cuida da casa e cuida dos filhos.

Esta realidade também tem que mudar. A mulher batalhou tanto para conseguir um lugar no mercado de trabalho que esqueceu de lutar por ter “ajudantes” nas outras jornadas. Assim como o marido chega cansado do trabalho, o filho chega cansado da escola, a mulher também chega cansada do trabalho não sendo justo ter que assumir as outras responsabilidades sozinha.

Nada mais justo do que o marido também auxiliá-la nos afazeres domésticos e no cuidar dos filhos. Nada mais justo do que os filhos auxiliarem nos afazeres domésticos e principalmente cuidar das suas próprias coisas perdendo o hábito de querer tudo na mão e a todo do momento gritar MÃE. Com este comportamento além de cooperarem com os pais estarão desenvolvendo a responsabilidade e aprendendo a ser independentes.

Se todos desenvolverem o espírito de cooperação e solidariedade além de ajudarem muito a mãe estarão se preparando para uma boa atuação na sociedade, pois o tempo de cada um por si e Deus por todos já ficou lá para trás.

Comentários (1) 07/01/2010

Como é a sua família?

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Sempre que falamos em família pensamos num pai, numa mãe e nos filhos. Este é o desenho registrado da família através dos tempos. Porém, hoje esta concepção também está mudando e não podemos deixar de enxergar esta mudança como uma boa alternativa.

Hoje vemos muitas famílias que optaram por não terem filhos e assim mulher e homem vivem sob o mesmo teto priorizando o trabalho e a carreira. Normalmente têm uma convivência harmoniosa e se por ventura começam a entrar em choque, optam por cada um continuar seguindo o seu caminho, porém com endereços diferentes.

Há também as famílias que foram desfeitas e a mãe vive numa casa com os filhos e o pai desfruta da companhia deles nos finais de semana no outro endereço. Muitas vezes tanto o pai quanto a mãe trazem para junto dos filhos o novo parceiro ou parceira que passa a integrar a família. Na maioria das vezes todos convivem harmoniosamente, diferente de quando marido e mulher habitavam o mesmo teto.

Encontramos também famílias que têm duas mães bem como família composta de dois pais. Isto ocorre quando casais do mesmo sexo formam um casal e optam por adotar crianças que viviam nos abrigos por terem sido abandonadas por seus pais.

O modelo tradicional de família e estes novos modelos acabam por proporcionar uma convivência entre seus integrantes muito mais harmoniosa e muito mais verdadeira uma vez que ninguém fica ao lado de ninguém por obrigação. Viver junto por obrigação ou porque está preocupada com o que o vizinho irá pensar são os grandes pontos responsáveis pelo abalo da estrutura familiar.

Antigamente, os casamentos eram formados por acordos entre os pais, e a mulher tinha que se conformar com a escolha se limitando a servir ao marido e cuidar dos filhos. Depois foi concedido à mulher o direito de escolha do companheiro, porém a pressão da família e o medo de que a filha perdesse a virgindade antes do casamento inibiam qualquer possibilidade de “conhecer” o futuro marido. Muitas vezes, após o casamento, a mulher percebia que este homem não era do jeito que sonhara e passava o resto da vida infeliz.

Hoje, tanto o homem quanto a mulher pode optar por casar com quem escolher e continuar ou não casado para todo o sempre, bem como pode optar por ter filhos ou não, por adotá-los ou não.

Esta liberdade de escolha faz com que a convivência em família seja real e harmônica. Ninguém está preocupado com o que o vizinho irá pensar. Assim que se entra em casa e fecha-se a porta cada um dá o seu melhor para que a família que escolheu formar seja uma família feliz.

E você? Conte-nos como é a sua família?

Comentários (0) 06/28/2010

Divórcio – A difícil decisão

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Foto: Getty images

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Falar sobre separação, seja ela de que jeito for, é sempre um assunto delicado, pois a separação age diretamente no emocional dos envolvidos. Se o casal tem filhos, esta decisão se torna ainda mais delicada.

Não há como falar em separação sem focar o sofrimento. Como disse o psicanalista Hemir Barição, professor da PUC-SP citado no artigo “Separação: Como lidar com a dor do término” não fomos educados para lidar com o sofrimento. Há milhares de títulos de autoajuda, porém todos sempre ensinam como focar o lado bom das coisas, mas praticamente nenhum ensina como enfrentar e aceitar situações de perda. Toda perda tem um sabor de morte e ninguém gosta de falar sobre ela. Isto é um fato cultural, pelo menos em nosso país.

Quando o amor existe para somente uma das partes a separação acaba se tornando inevitável e a dor que o “ainda apaixonado(a)” sente é incrivelmente imensa, muitas vezes sendo amenizada somente quando este dorme. É por esta razão que muitas pessoas ao se separarem só sentem vontade de dormir.

Faz trinta e dois anos que foi legalizado o divórcio no Brasil e as estatísticas marcam que a cada quatro casamentos há um divórcio. O viveram felizes para sempre ficou somente nos livros infantis e para sustentar um casamento ao longo da vida é preciso muita determinação, respeito e amor.

Foto: Getty Images

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Quando a separação é opção das duas partes pode-se dizer que é um processo simples, porém quando uma das partes se sente machucada e quer atingir o outro de todas as formas, inclusive negando a separação, que é o caso da separação litigiosa, ai o processo se torna longo e desgastante para todos os envolvidos. É importante que quando se tome a decisão de separação os dois lados estejam conscientes de quais são os “Direitos no divórcio”.

E quando há filhos, como agir com eles para tornar este fato o menos doloroso possível.

Esta consciência deve habitar o casal quando optam por se separar.

  • Muitas vezes a mãe usa os filhos para atingir e magoar o pai deles. Este comportamento egoísta acaba, mais cedo ou mais tarde, se revertendo contra ela mesma, pois o filho não consegue querer mal o pai (quando este é bom pai) por muito tempo.

Nunca se deve envolver os filhos nas desavenças do casal. Pai e mãe têm relação diferente de marido e mulher. Pai e mãe continuarão sendo os pais mesmo após a morte dos dois.

  • Há pai que também usa o filho para atingir a mãe e isso se dá, mais corriqueiramente, através da pensão e dos recursos financeiros que proporcionavam um padrão “x” de vida. Há pais que passam a dar uma pensão ínfima e que se ausentam de toda e qualquer responsabilidade, como se o filho não pertencesse mais a ele.

No artigo “Papai e mamãe se separaram. E agora?” foca alguns conselhos, mais do que úteis, para aprender a conviver com esta nova realidade.

E o filho, como age diante disso tudo?

Dependendo de como ocorreu a separação o comportamento do filho pode apresentar diferentes reações e os pais têm que estar preparados para lidar com elas. O antes, o durante e o depois da separação tem papel fundamental na reação dos filhos. Evitar discussões na frente do filho é muito importante. Tentar manter o bom relacionamento com o pai/mãe é fundamental para a segurança do filho. E lembre-se que há muitas situações em que o casal terá que estar junto para compartilhar das realizações do filho como formaturas, casamento, aniversários e outros eventos que para a satisfação do filho se tornar completa é imprescindível a presença dos pais juntos.

É muito importante que os pais saibam como agir com o seu filho após o divórcio, esta atenção proporcionará segurança e compreensão de que o que está acontecendo não é o fim do mundo.

Comentários (1) 03/18/2010

Qual a melhor idade para ter filhos?

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Até o século passado a mulher assim que terminava o Magistério ou Ensino Médio ingressava na Faculdade iniciando, concomitantemente, os preparativos para o casório. Quando se formava já estava casada, porém muitas abandonaram a Faculdade porque engravidaram durante o curso ficando difícil de conciliar a maternidade com os estudos. Em razão disso as mulheres optaram por postergar o casamento para depois de graduada. Como tinham a vontade de ingressar no mercado de trabalho para exercer a profissão o casar até continuou fazendo parte da agenda, porém o ter filho começou a ser programado sempre para o ano seguinte, e para o ano seguinte, e para o ano seguinte acabando por não chegar nunca. Outras que realmente se empenharam em integrar a maternidade nos planos de vida, acabaram tendo seus filhos depois dos 30 ou 35 anos.

Esta realidade deu origem a uma geração de filhos de pais velhos.

O censo realizado em 2000 pelo IBGE apontou que as mulheres ficavam grávidas em média aos 26 anos sendo fator determinante para o ter filhos acima dos 30 a escolaridade e a renda. Quanto maior o salário mais tarde a mulher se tornava mãe.

O homem acabou acompanhando esta prática. Como as mulheres não estavam com pressa de casar eles também acabaram ficando tranquilos e acabaram por se tornar pais mais velhos.

A indagação que não quer calar é quanto aos riscos de homens e mulheres se tornarem pais mais velhos. Para a mulher, hoje, já se fala em gravidez sem problemas específicos até os 35 anos. Depois, segundo Eduardo Motta obstetra do Hospital Albert Einstein, a produção de óvulos começa a decrescer diminuindo bem as possibilidades de engravidar além do que, a qualidade dos óvulos também se torna prejudicada pelo fator idade. Caso a gravidez aconteça há uma maior probabilidade de hipertensão, diabetes gestacional e até complicações no parto sendo então muito maior o número de cesarianas.

Há especialistas que acreditam na possibilidade de mutações nos espermatozóides do homem mais velho originando na impossibilidade de ter filhos ou de tê-los com alguma

Há especialistas que acreditam em mutações dos espermatozóides que se acumulam no decorrer do tempo (revista PLoS Medicine) e/ou diminuição do número de espermatozoides do homem, podendo influenciar ativamente no resultado dificultando o engravidar ou podendo, o bebê, nascer com má formação cardíaca, renal ou portador de síndromes como a de Down.

Também há estudos em que a gravidez correu normal e o filho nasceu normal, porém houve a preocupação em saber como é ser filho de pais mais velhos.

A Universidade de Israel analisou cerca de 450 mil adolescentes do sexo masculino (16 e 17 anos) e constatou que filhos de pais mais velhos (com 45 anos ou mais) têm maiores dificuldades em se relacionar socialmente dando preferência para as atividades individuais.

Talvez isso aconteça pelo fato dos pais com mais idade serem muito mais cuidadosos e prestativos acabando por fazer tudo pelos filhos impedindo-os de crescerem com autonomia. A superproteção gera uma total dependência da criança aos pais. Esta dependência coloca-os numa zona de conforto tamanha que acaba afetando inclusive a habilidade cognitiva apresentando índices de QI bem abaixo do normal quando comparados com crianças e adolescentes da mesma idade.

Mas não há só fatores negativos na maternidade/paternidade tardias. Como tudo que é analisado, fatores positivos também podem ser relacionados como uma situação financeira privilegiada e trabalho estável. Também a relação do casal já está equilibrada sem as intempéries do início do casamento. Já são mais pacatos e não se importam em ter que ficar os finais de semana em casa cuidando do bebê. O bebê nunca é visto como responsável por impedir a realização de sonhos e desejos.

Enfim, ser mãe e pai é maravilhoso em qualquer idade.

O importante é estar consciente e preparada para tudo o que está por vir. :)

Comentários (5) 03/16/2010

Pai Crônico

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Este foi realmente um presente prá lá de especial!

O Rafael da Riot me mandou um e-mail outro dia perguntando se poderia me mandar um livro, pois ele sabe que adoro ler. Respondi que sim, claro! E fiquei no aguardo

O livro chegou e só de olhar a capa já gostei.

Pai Crônico

Comecei a ler e a cada página era como se eu recebesse um novo presente. Flávio Salles me reportou ao tempo em que eu tinha meus filhos pequenos. Praticamente tudo que ele descreve ali eu passei (e todas as mães/pais/filhos passam), e muitas vezes acabamos esquecendo porque não registramos.

Ele fez um trabalho impecável relatando os principais acontecimentos que envolveram os gêmeos Marina e Pedro. Desde as medidas e peso que ele cita no primeiro ano dos gêmeos até os fatos mais pitorescos e engraçados.

De maneira bem-humorada ele conta como “Pedro envereda por uns monólogos noturnos que são transmitidos ao vivo pela babá eletrônica”. (Adorei isso!).

A preocupação dele ao ver seus filhos dormirem em cima do bracinho era a mesma preocupação minha. Eu tentava tirar porque me dava aflição, pois parecia que estava incomodando. Eu tanto mexia que acabava acordando a minha filha.

Flávio Salles é realmente um exemplo a ser seguido. Acompanhar cada momento, cada detalhe, registrar cada item introduzido na alimentação e tantos outros detalhes faz com que este seja um belíssimo presente para o casalzinho.

É uma recordação e tanto!

E o jeito que ele se refere à esposa! Muito engraçado! Dei boas risadas com a história do “cadê o boi?” e sobre se acostumar com ela em frente à TV! Ri muito!

A analogia com o comportamento das crianças também é muito engraçada como por exemplo: “Pedro engatinhando rasteja igual a um soldado em plena guerra”. No mesmo momento imagino o lindo Pedrinho, com aquela roupa do exercito, de barriga para baixo balançando as perninhas e os bracinhos. (Muito fofo!).

E a “Maina” falando “Apalelo” é tudo de bom.

Não vou ficar contando mais porque senão foi estragar a emoção que existe a cada página.

Só tenho que dizer que este é um livro para se ler numa sentada só. Você não sente o tempo passar e não quer parar de ler.

Flavio, você está de PARABÉNS pelo livro, pelos registros, pelo cuidado, pela atenção e principalmente pelo pai que você é.

Pedro e Marina vocês são uma graça! Já me afeiçoei a vocês. Qualquer dia vamos nos conhecer.

Esta é uma excelente dica de leitura para quem é pai, para quem quer ser pai e para quem quer ter uma leitura gostosa, engraçada, amorosa, enfim Pai Crônico é uma excelente opção.

Sucesso sempre!

Comentários (0) 10/03/2009

Mães com Filhos está na Revista Claudia

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Saiu na Revista Claudia deste mês um publieditorial sobre o site Mãe com Filhos que em seu blog disponibiliza posts escritos por mim, por @samegui e @lilianeferrari.

Você pode participar de diferentes maneiras:

Lendo e acompanhando diariamente as novidades que colocamos no blog;

Partilhando experiencias no Vida Real;

Respondendo as Enquetes;

Lendo Editorial;

Fazendo Perguntas sobre situações que se sinta insegura e

Respondendo a testes.

Todas estas opções você encontra neste Portal que foi feito especialmente para Mães e Filhos.

Te espero lá.

Comentários (0) 03/17/2009