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Cybele Meyer :: Falando Sobre... Archives: 2009 November

E Viveram Ciumentos & Felizes para Sempre

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Este  o título do livro lançado pela Casa Editorial Luminara onde a psiquiatra italiana Donatella Marazziti conta o resultado dos seus estudos realizados durante catorze anos sobre os aspectos bioquímicos e psicológicos relacionados aos sentimentos.

Investigou primeiramente como se comportam os mecanismos cerebrais diante da paixão e do amor e deste estudo resultou a publicação A Natureza do Amor que virou Best Seller na Itália e foi lançado em 2007 aqui no Brasil.

Neste seu último lançamento Donatella Marazziti

“defende a ideia de que o ciúme é um sentimento inato, com um papel importantíssimo na preservação das relações amorosas e do qual ninguém escapa. Em entrevista à repórter Naiara Magalhães, ela faz a distinção entre o ciúme normal e o patológico, estabelece os cinco perfis mais comuns de ciumentos e diz qual é a melhor arma contra o medo do abandono”.

Leia a entrevista que a autora concedeu para a Revista Veja, que sairá no dia 02 de dezembro e que foi divulgada pela Veja.com

m seu livro …E Viveram Ciumentos & Felizes para Sempre, a senhora defende a ideia de que o ciúme cumpre um papel importante na manutenção da relação. Que papel é esse?
O ciúme funciona como um detector de ameaças, de que algo de errado está acontecendo na relação. Se as pessoas souberem interpretar as mensagens que o ciúme manda, poderão usá-lo em benefício do namoro ou do casamento. Na Itália, costumamos citar o verso de um tango: “Amor quer dizer ciúme”.

É comum ouvirmos histórias de relações que são desfeitas por causa do ciúme de um dos parceiros – ou até dos dois.
Certa vez, um escritor italiano comparou o ciúme à pimenta usada para temperar a comida. É algo que pode dar mais sabor às relações, mas não deve ser excessivo. Do contrário, ninguém quer experimentar.

E como saber se o ciúme é ou não excessivo?
Essa é uma questão crucial não só para os ciumentos, como também para os psicólogos e psiquiatras que estudam o assunto. Há casos em que a patologia fica evidente. Mas às vezes é difícil definir a fronteira entre o normal e o patológico. Para mim, um dos critérios básicos nessa diferenciação é o tempo que o ciúme ocupa na vida de uma pessoa. O ciúme é normal quando dura pouco. Qual é o limite? Eu trabalho com o parâmetro de até uma hora por dia. Outro indicativo de que o ciúme é normal é que ele desaparece quando o parceiro assegura que não há motivo para senti-lo. No fim, não altera a vida do ciumento nem a de seu parceiro, apesar de causar sofrimento enquanto dura.

Como algo que implica sofrimento pode fazer bem?
Se a pessoa se pergunta “o que me faz sentir ciúme?”, ela pode usar a reflexão que surge desse questionamento para melhorar a relação. É inevitável que o medo de ser traído e de a relação acabar cause dor. Mas, quando a pessoa se debruça sobre esses medos, em geral acaba por valorizar mais o parceiro. Podemos comparar o ciúme à dor física: é ruim senti-la, mas ela tem um papel vital para evitar que nos arrisquemos em experiências demasiadamente perigosas. Quem não sente dor pode morrer precocemente por se expor a riscos muito altos. A dor, assim, promove nossa evolução. Por outro lado, quem sente dores terríveis sofre demais e vive menos. O ciúme funciona de maneira semelhante: na medida certa, protege; em excesso, mata a relação.

O que caracteriza o excesso de ciúme?
Vasculhar a bolsa ou a carteira do parceiro, checar as mensagens do celular ou ligar para todos os amigos do marido ou da mulher cada vez que ele ou ela não atende ao telefone, por exemplo, não são comportamentos bons para o relacionamento, embora possam estar presentes em quadros de ciúme ainda considerados relativamente normais. São atitudes ruins porque colocam o foco no terceiro elemento da suposta traição, e não no parceiro, o que compromete a relação saudável.

Se bisbilhotar o computador e o celular do parceiro pode ser considerado até certo ponto normal, o que indica que o ciúme passou do limite e se tornou doentio?
Quando a pessoa restringe a vida do parceiro à relação do casal, provavelmente o ciúme já virou patológico. Primeiro, o ciumento consegue um jeito de o parceiro não ir mais à happy hour com os colegas do trabalho, depois o convence a não ir mais a encontros com os amigos de faculdade e, quando o parceiro se dá conta, já não pode cumprir atividades rotineiras, como ir ao supermercado ou ao banco, sem que isso não implique ser controlado. O namorado ou o marido, ou a namorada ou a mulher, passam a viver praticamente encarcerados na relação a dois. Mesmo querendo agradar ao ciumento, ao fazer tais concessões a pessoa que é alvo do ciúme sofre por ter abandonado sua vida social e por ter abdicado de vínculos afetivos importantes. O ciumento, por sua vez, nunca estará plenamente satisfeito com a situação que ele próprio criou – qualquer esboço de vontade por parte do outro de retomar a vida vai causar-lhe ainda mais apreensão. O ciúme doentio não dá um momento de tranquilidade nem ao ciumento nem ao parceiro dele. Nunca está satisfeito.

Se sentir ciúme é inevitável, o que é possível fazer para amenizar o sofrimento que ele causa?
Duas atitudes são fundamentais para a pessoa lidar bem com o ciúme e torná-lo menos sofrido. A primeira é parar para refletir sempre que o ciúme aparecer. É preciso tentar entender a origem do sentimento. Você sente ciúme porque já foi traído e tem medo de que a experiência ruim do passado se repita? O problema está em você ou em seu parceiro? O ciúme foi desencadeado por sua insegurança? Seu parceiro fez alguma coisa que ameaçou de fato a relação? A segunda coisa é falar com o parceiro sobre o ciúme que você sente. Se o problema for tratado sem histeria (ou seja, nunca no auge de uma crise e sempre depois de restaurada a calma), esse tipo de conversa poderá ter um grande benefício para o casal. O parceiro concordará em evitar alguns comportamentos que não lhe são indispensáveis, mas fazem o outro sofrer.

Alguém está imune ao ciúme?
Quando se ama, não. Todo mundo sente, já sentiu ou sentirá ciúme do amado. Muitas pessoas podem até achar que não têm ciúme, mas elas estão enganadas. O ciúme normal é um sentimento efêmero: emerge e vai embora. É isso que faz com que muita gente se diga imune a ele. Quando uma pessoa vem a mim e diz “doutora, eu não sou ciumento”, proponho o seguinte exercício: peço a ela que pense em seu parceiro conversando com um homem ou uma mulher atraente. Em seguida, peço que imagine que os dois estão se beijando. Vamos assim, num crescendo, até o ciúme emergir. E eu garanto: ele sempre aparece.

Qual é o peso dos fatores culturais no modo como as pessoas costumam manifestar o ciúme?
Os componentes culturais têm influência, sem dúvida. Mas, para mim, o papel mais decisivo cabe à biologia: o ciúme é um sentimento inato. E há vários indícios disso. Um deles é o fato de que o ciúme está presente nas mais diferentes culturas, dos Estados Unidos à China. Ao longo da história, algumas sociedades tentaram evitar o ciúme, mas, por mais esforços que tenham feito, não conseguiram. Comunidades americanas fundadas no século XIX, como a dos mórmons e a dos oneidas, baseadas na poligamia e no amor livre, não conseguiram abafar o sentimento. Há o caso célebre de Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre. Eles optaram por um casamento aberto, mas não evitaram o ciúme e o sofrimento trazido por ele. O ciúme é um sentimento exclusivamente humano – um sentimento complexo, que envolve áreas cerebrais e processos mentais que não estão desenvolvidos nos animais.

É comum vermos relações desgastadas, em que o homem e a mulher não demonstram mais amor um pelo outro mas continuam a apresentar comportamentos típicos dos ciumentos.
Nesses casos, é provável que o homem ou a mulher considere o parceiro apenas objeto de sua posse. Esse tipo de comportamento tem pouco (ou nada) a ver com o amor – e, portanto, tem pouco (ou nada) a ver com o ciúme normal. No ciúme patológico, a vaidade e a possessão assumem um papel maior. Repito: o foco do ciúme normal é o parceiro que o enciumado tanto ama e teme perder. O foco do sentimento patológico é o próprio ciumento.

As pessoas com baixa autoestima estão mais vulneráveis às crises de ciúme?
O ciúme não tem a ver com falta de autoconfiança, necessariamente. Há vários traços de personalidade que podem favorecer seu aparecimento. Num estudo com 500 pessoas que realizei com meu grupo de pesquisa, foram identificados cinco tipos de ciúme que podem variar na escala da normalidade: o ciúme depressivo, que realmente está relacionado à baixa autoestima, mas também o obsessivo, o paranoide, o hipersensível e o ansioso.

O que caracteriza cada um desses tipos de ciúme?
O ciúme depressivo acomete pessoas que sempre consideram seus parceiros melhores do que elas. Para essas, é óbvio que, se ainda não foram, um dia serão traídas. O ciumento do tipo depressivo não costuma tomar muitas atitudes com relação a seu sentimento. Geralmente sofre sozinho, calado. É o que chamamos de ciúme “Charlie Brown”, em referência àquele personagem dos quadrinhos. A marca do ciúme obsessivo são os questionamentos e comportamentos repetitivos. Os ciumentos dessa categoria vasculham reiteradamente as coisas do parceiro, checam os bolsos e as mensagens no celular à procura de indícios de traição. Ligam o tempo todo para ele e perguntam: “Você me ama?”. E também sempre questionam a si mesmos: “Ele me ama? Ele me trai?”. São consumidos pela dúvida constante. É o ciúme que rotulamos “Hamlet”. Já o ciúme paranoide é típico do sujeito que tem um grau maior de certeza de que o parceiro o trai. Ele fantasia a traição valendo-se de indícios que só são significativos para ele. São pessoas muito rígidas no seu modo de pensar e de agir. Criam regras que elas próprias seguem e cobram do parceiro que ele tenha os mesmos comportamentos. Dizem coisas do tipo: “Eu recusei sair com meus amigos hoje, então não encontre seus amigos amanhã”. A esse tipo de ciúme chamamos de ciúme “Otelo”. O ciúme hipersensível é típico das pessoas melindrosas. Elas não suportam a reprovação ou uma palavra mais brusca do parceiro, mas preferem sofrer em silêncio. O ciúme ansioso, por fim, é comum entre as pessoas que estão em constante estado de alerta. Na verdade, é um desdobramento da própria ansiedade.

O celular e a internet, principalmente as redes sociais como Facebook, Orkut e Twitter, não servem de combustível ao ciúme?
Esses recursos alimentam o ciúme, sem dúvida. De um lado, porque aumentam realmente as possibilidades de traição e, consequentemente, ampliam os motivos para o aparecimento do sentimento. Atualmente, sem sair de casa, uma pessoa pode conhecer outra pela internet e acabar tendo com ela uma relação extraconjugal. De outro lado, essas ferramentas deixam as pessoas mais suscetíveis à vigilância do ciumento. As relações ficam muito mais expostas.

A senhora é ciumenta?
Eu me considero levemente ciumenta. Ocasionalmente, sinto mais ciúme do que o habitual, mas consigo dominá-lo. Tenho uma fórmula para não ser consumida pelo ciúme: não perco tempo pensando na possível traição do meu marido. Invisto minha energia cuidando dele! Funciona, eu garanto.

Comentários (2) 11/30/2009

Sustentabilidade: “Consumo consciente” e “Caminhos e Desafios”

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Você que está acompanhando e participando ativamente dos vídeoschats, blogagens e eventos que o Grupo Santander Brasil vem promovendo quero avisá-lo e convidá-lo a participar de dois eventos que acontecerão nesta semana:

1- Encontro de Sustentabilidade no dia 01 de dezembro de 2009 (terça-feira) às 19h30

2- Videochat “Sustentabilidade: Caminhos e Desafios” que acontecerá no dia 03 de dezembro de 2009 (quinta-feira) às 9h

Você que acompanhou o videochat do terceiro módulo, com Laura Oltramare que ocorreu no dia 19/1, poderá assistir o vídeo que encontra-se disponível na página do curso

Você poderá também conferir os materiais de aprofundamento referentes a este módulo na Biblioteca, que você acessa pela opção “Quero fazer o curso”;

Participe do Fórum: “O que aprendemos até agora? Quais são os maiores desafios que enfrentamos ao inserir sustentabilidade nas organizações? Que ideias você tem para contorná-los?”

Participe! Seja sustentável!

Comentários (6) 11/30/2009

40 anos de Vila Sésamo

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Não há nada mais gostoso do que relembrar um programa que fez parte da sua adolescência. Eu tinha 17 anos quando o Programa Vila Sésamo entrou no ar pela TV Globo. Na época eu estava cursando o Normal (como era chamado o Magistério de hoje) e ficava encantada com a pedagogia usada para prender a atenção da criançada e ensinar conceitos básicos.

Foi o primeiro programa que uniu o entretenimento e educação e que passou a fazer parte da vida das crianças americanas desde a sua estreia em 10 de novembro de 1969. Aqui no Brasil o Programa iniciou-se em 1972 numa versão nacional idealizada pelo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni) da TV Globo exibida ainda em branco e preto.

Ao longo dos seus 40 anos o Programa não mudou a sua essência apenas evoluiu nos recursos e na aparência. Os personagens continuam os mesmos, tanto lá nos Estados Unidos quanto aqui, o qual ainda é apresentado na TV Brasil de segunda à sexta-feira às 15h30. Apesar dos ajustes “Vila Sésamo” não é mais campeão de audiência tanto aqui quanto lá concorrendo com os desenhos da Disney e outros seriados nos canais de TV aberta.

Sempre adorei todos os personagens e vou viajar no “túnel do tempo” e descrever como eles eram no meu tempo de novinha. Tinha o Garibaldo que era um pássaro gigante que andava todo desengonçado e que sempre estava disposto a aprender coisas novas. Ele vivia discutindo com Gugu que era muito mal-humorado e que morava dentro de um barril e não saia de dentro dele por nada.

Tinha o Funfa-Funga que era um elefante que sonha em ser gente e como ninguém o enxergava como tal, em razão disso ele vivia deprimido. Na verdade ele era o amigo imaginário do Garibaldo e, portanto só aparecia para ele e para as crianças. Os adultos não viam o Funga-Funga.

Você via ele? (risos)

Também adorava o Beto e o Ênio, inclusive eu imitava o jeito manso e baixo do Ênio que era todo meiguinho, enquanto o Beto era gritão e rabugento.

Também tinham os personagens adultos como o Juca que consertava qualquer coisa, a Gabriela que sempre fazia ginástica com a turma, a Ana Maria que era a professora da escolinha e que era namorado do Antonio, o motorista de caminhão.

Todos eles viviam numa vila operária convivendo entre crianças, adultos e bonecos.

Bons tempos!

Parabéns Vila Sésamo por ter cultivado o sonho nas crianças ao longo destes 40 anos.

Comentários (1) 11/30/2009

Divercidadania é o tema da campanha de final de ano da Globo

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O Final do ano está chegando e a partir de hoje, 20 de novembro de 2009, a Rede Globo coloca no ar a sua campanha de final de ano.

O tão conhecido jingle “Hoje é um novo dia” desta vez vem em ritmo de hip-hop/tribal e ganhou uns acréscimos na letra. Tudo isto em homenagem aos 45 anos da Rede Globo que tencionou fazer uma síntese da sua essência, do encontro do elenco, dos projetos sociais, dos parceiros e claro dos telespectadores exaltando a diversidade e sempre tencionando um mundo melhor.

Quem criou tudo isso? A agência Giovanni+Draftfcb e o filme, com duração de 1 minuto, conta com cerca de 100 participantes, cuja atuação é pontuada por interferências gráficas em animação.

Vejam o vídeo

Confira a letra do jingle:

Hoje é um novo dia de cuidar de nossa gente
De um novo tempo
E abraçar as diferenças
Que começou a renovar
Nossa esperança
Nesses nossos dias
As alegria serão
De todos
É só querer
Eu quero, eu quero,
Eu também
Todos os nossos sonhos serão
Verdade!
O futuro já começou
Começou!
Hoje a festa é sua
Hoje a festa é nossa
É de quem
Quiser
Vier
A festa é sua…

Comentários (2) 11/29/2009

Portal EducaRede agora é global

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Falar sobre o portal EducaRede é como falar de um amigo ou de um companheiro de trabalho querido, ele está sempre por perto nos auxiliando e existe um elo de amor entre nós. Não há assunto que eu tenho que abordar que não dê uma passadinha no Portal para trocar uma ideia. Tive inclusive, a felicidade de participar pessoalmente de inúmeros eventos do EducaRede e conhecer as pessoas especiais que trabalham para fazer dele um dos maiores Portais de Educação. Ele é um projeto social que incentiva a criação de redes de conhecimento e aprendizagem online desenvolvido em oito países da Iberoamérica.

Agora o Educarede é global!

Pois é, ontem 26 de novembro de 2009 a Fundação Telefônica lançou na Espanha o Portal Global EducaRede abrindo novas fronteiras para a interação social e o uso das tecnologias em prol de uma educação mais eficaz.

O lançamento do Portal Global EducaRede foi realizado em Madri durante o V Congresso Internacional EducaRede, com isso a Fundação Telefônica começa a unificar seus portais nos oito países da Iberoamérica (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha México, Peru e Venezuela) criando uma única plataforma global.

Até o dia 15 de dezembro o internauta acessará o EducaRede usando a mesma URL que usou até hoje (http://www.educarede.org.br ) e poderá acessar o Portal Global clicando nos links lá existentes, porém a partir desta data o usuário entrará direto no Portal Global e ao ser identificado pelo seu IP será direcionado para o Portal do seu país, que no nosso caso, será o Portal em Português.

O Portal será bilíngüe (português e espanhol) estando, até março, todo o conteúdo e suas funções totalmente migradas.

Outra notícia muito boa é que a comunidade minha terra também passará a ter caráter global tendo o internauta brasileiro, a oportunidade de conhecer, além da realidade regional brasileira, a de outros países também. O inverso também será verdadeiro, ou seja, internautas de outros países também terão oportunidade de conhecer e desenvolver projetos brasileiros.

O portal EducaRede foi criado no Brasil há sete anos e conta hoje com cerca de 200 mil usuários cadastrados (pais, professores e alunos). O portal recebe em média 2,3 milhões de visitas/ano.

Parabéns ao EducaRede, aos professores, alunos e pais.

Este sucesso é de todos nós!

Comentários (6) 11/27/2009

E o Emmy vai para “Caminho das Índias”

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Como vocês acompanharam através de todas as mídias e assistiram no Jornal Nacional a novela de Glória Perez “Caminho das Índias” recebeu na noite de 23 de novembro, em Nova York o Oscar da TV mundial, o Emmy na categoria novela.

Fico muito orgulhosa pelos nossos profissionais que estão sempre se destacando mundialmente pela excelência dos seus trabalhos.

Meus amigos blogueiros fizeram posts excelentes falando sobre o prêmio como vocês podem ler, dentre tantos, acessando a @samegui, Blog da Ti, MdeMulher, Globo.com

Esta novela manteve uma conexão muito presente com muitos blogueiros que tiveram a oportunidade de interagir diretamente com Glória lá no Projac e outros que foram citados no decorrer da novela e a participação de Guilherme Zaiden junto ao Indra.

Glória faz um balanço geral da novela. Veja o que diz a autora:

E como estamos sempre em sintonia com este mundo de sonhos que é a televisão, os atores mandaram um recadinho para nós blogueiros:

Assista o que diz Toni Ramos e Antonio Calloni

Comentários (8) 11/26/2009

Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil

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Vivenciar esta doença seja por criança, adolescente ou adulto é sempre muito doloroso e difícil, pois o paciente tem que, em razão do tratamento, acabar se afastando do convívio familiar, escolar e social. A possibilidade eminente da morte além das alterações físicas em razão das sequelas do tratamento castiga o doente e todos que convivem ao seu lado.

Neste dia 23 de novembro quando se comemora o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infantil o Ministério da Saúde ainda constata que o câncer é a doença que mais mata crianças de 0 a 5 anos e a primeira causa de morte por doença em crianças de 05 a 18 anos.

A TUCCA disponibiliza informações para os pais e também depoimentos que ajudam na maneira de como lidar com a doença. Em 11 anos de atividade e em parceria com o Hospital Santa Marcelina já tratou mais de 1000 doentes na periferia de São Paulo e ao oferecer exames de última geração possibilita, medicação de alto custo, acompanhamento multidisciplinar, próteses de qualidade complementando o que é oferecido pelo SUS sem qualquer custo ao paciente e sem fila de espera proporcionando cura sempre que há esta possibilidade.

A busca por maiores investimento em pesquisa pode propiciar a possibilidade de elevar a cura em 60%.

Se você quiser participar ativamente pode adotar um paciente com câncer, ou fazer compras pela internet ou mesmo realizar doações através dos contatos abaixo:

Comentários (0) 11/23/2009