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Cybele Meyer :: Falando Sobre... Archives: 2009 June

Mil Casmurros e o prêmio Cannes Lions

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Como educadora, e mesmo que não fosse, não poderia deixar de compartilhar aqui, esta alegria que é um pouco de todos nós, em razão da TV Globo ter ganho seu primeiro Leão na categoria estreante de Relações Públicas. É o primeiro prêmio também do Brasil e se deu pela campanha criada pela TV Globo em parceria com a LiveAD para a divulgação de “Capitu”, a microssérie de Luiz Fernando Carvalho que foi exibida em dezembro de 2008.

Concorrendo na categoria “Novas Mídias” a peça “Mil Casmurros”, feita na internet, promoveu uma leitura coletiva deste clássico que habita as prateleiras, bibliotecas e mesinhas de cabeceiras de todos nós.


Dom Casmurro de Machado de Assis deu vida a nomes como Bentinho e Capitu abordando um tema que é polêmico até os dias de hoje: a traição e a dúvida da paternidade.

Sempre à frente do seu tempo não poderia ser diferente agora que invade as mídias sociais e se destaca através das ideias de Luiz Fernando Carvalho em “Mil Casmurros” e na leitura coletiva.

Nós, atuantes nas novas mídias, nos sentimos honrados e também agraciados com o prêmio, além de felizes por estarmos galgando um espaço de mérito nesta nova concepção de veículos de aprendizagem.

PARABÉNS!

Comentários (3) 06/30/2009

Alex e eu

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Foto: Rick Friedman/Corbis/Latinstock

Você trocaria seu marido por um papagaio?

Achou esquisita esta pergunta? Pois Irene Pepperberg abandonou o emprego e também o maridão para se dedicar totalmente a Alex, um papagaio que ela comprou quando este tinha apenas um ano, e que viveu ao seu lado durante três décadas vindo a falecer no dia 20 de setembro de 2007

Irene é professora de cognição animal das universidades Harvard e Brandeis nos Estados Unidos e dedicou-se a estudar as habilidades cognitivas de Alex que sabia contar até seis e fazia cálculos simples como somar 2+3=5. Também demonstrou saber a equivalência entre 6 e meia-dúzia sem que tivesse recebido treinamento para isso.

Identificava cores e determinados objetos além de usar corretamente conceitos abstratos como “nada” ou “diferente”.

Alex provou que uma ave com o cérebro do tamanho de uma noz com casca pode fazer as mesmas tarefas que macacos, golfinhos e crianças pequenas. Esse foi um grande avanço.

Os registros destes estudos você pode ter acesso através do livro Alex e Eu (tradução de Marcia Frazão; Record; 240 páginas; 38 reais). Eu ainda não o li, porém devo ler em breve. Este tipo de experiência muito me atrai. Tive certa vez um Agapornis que ao reconhecer o meu andar quando chegava em casa começava a pedir para sair da gaiola andando de um lado para o outro perto da portinhola. Ele adorava dormir coberto. Se enfiava embaixo do seu paninho e quando queria continuar a dormir, eu o chamava e ele resmungava não saindo debaixo das cobertas. Porém, se não estava mais com sono, colocava a cabeça para fora da coberta e piava feliz vindo, em seguida, em direção à portinhola. Ele se chamava Moleque e era tão querido que até participou do amigo secreto no Natal. É claro que quem comprou o presente dele fui eu e ele ganhou uma balancinha para a sua gaiola. Ele adorou!

Alex tinha um vocabulário de 150 palavras e usava algumas com coerência. Quando estava cansado das apresentações dizia “quero voltar” sugerindo sua ida para a gaiola. Certa vez, lhe foi oferecido um pedaço de bolo e após comer um pedaço falou “pão gostoso”.

Ele conseguia processar informações de uma maneira muito complexa. Tinha uma capacidade de discernimento que lhe permitia juntar vários de seus conhecimentos para solucionar um problema.

Não há como não se apaixonar por um bichinho destes, não é mesmo?

Leia estes e muitos outros registros realizados por Irene Pepperberg no livro Alex e eu.

Comentários (10) 06/29/2009

Informar para prevenir

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O crack chegou nos anos 80 e teve uma aceitação meteórica indo dos jovens de baixa renda para os de média e renda alta. “Crack é o maior barato”. Esta é a definição mais comum entre seus usuários. O crack ganhou toda esta popularidade em razão de ser uma droga barata e de efeito rápido e intenso.

Nestas duas décadas o crack deixou em seus usuários marcas profundas tanto físicas quanto emocionais. Na verdade seus efeitos atingem não só os usuários, mas também a família e as pessoas que os rodeiam.

Nesta terça-feira, dia 30, Caco Barcellos irá abordar o crack como tema do Profissão Repórter. Irá percorrer as ruas do centro de São Paulo mostrando a rotina dos usuários e os consumidores nas esquinas da avenida Ipiranga com a São João local rebatizado como nova cracolândia.

É muito triste saber que este local, eternizado na música SAMPA na voz de Caetano, se tornou um centro de comércio e consumo de crack.

A maioria dos usuários prefere fumá-lo do que injetá-lo. Ao aspirar o vapor para dentro dos pulmões, a droga entra na corrente sanguínea e é levada para o cérebro onde é liberada a dopamina, substância que promove o prazer criando a sensação de empolgação e euforia no usuário.

Por ser inalado o crack chega ao cérebro num tempo de 10 a 15 segundos. É a droga de início de efeito mais rápido. O ritmo cardíaco aumenta, as pupilas dilatam e a pressão sanguínea e a temperatura sobrem. Estas reações podem provocar problemas cardíacos, parada respiratória, derrames ou infartos. Afeta o aparelho digestivo promovendo náusea, dor abdominal e perda do apetite. O crack ao ser mistura com álcool propicia resultados letais na maioria das vezes.

Até 2004 ainda não havia medicamentos para tratar os viciados. Só então começaram a usar os mesmos medicamentos usados para tratar o Mal de Parkinson. Também há clinicas de terapia comportamental. Os repórteres Thiago Jock e Mikael Fox passaram uma semana numa clínica de tratamento de dependentes químicos acompanhando a rotina de trabalho e reuniões para livrar estas pessoas do vício.

É muito importante saber como funciona o tráfico de drogas, como os usuários se comportam e como se dá o tratamento. Acredito que a informação é o melhor caminho para a prevenção.

O ‘Profissão Repórter’ vai ao ar logo após ‘Toma Lá Dá C á”.

Comentários (1) 06/28/2009

Comentando “Um toque na estrela”

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Acabei de ler o post “Um toque na estrela” onde Sam comenta sobre o livro de mesmo nome escrito por Benoîte Groult (Editora Record), o qual fiquei super motivada a ler. Comecei a redigir o meu comentário e este ficou tão grande que resolvi fazer um post sobre o mesmo livro.

Este é um assunto muito interessante e coloca em pauta um tema que sempre discuto com meus amigos, sobre a disparidade que existe entre o envelhecimento do corpo e do cérebro. Embora tenha mais de cinquenta anos meu gosto por alguns modelos de roupas ainda continua o mesmo de quando tinha 15 ou 18 anos. É claro que não uso pois tenho o meu dispositivo “ridículo” sempre no “on”, porém acho lindo.

Quando Samanta menciona “Que os nascidos no século XX viram o mundo mudar de tal forma que conheceram a descoberta da adolescência, a valorização da infância e agonizam conscientes de que a velhice é uma realidade inevitável e longa?” me fez refletir sobre tantas mudanças que aconteceram durante o meu percurso. Quando eu era criança tinha que brincar de vestido porque menina (e mulher) não usava calças compridas. Quando adolescente usava anágua (quando usava de saia e blusa) e combinação (para os vestidos). A televisão só entrou na minha casa quando meu pai (após um sacrifício danado), comprou uma preto e branco em 1964. Eu assistia o Gato Felix e outros desenhos em inglês (e não sabia falar inglês). De noite as vizinhas vinham assistir em casa “A moça que veio de longe” (novela de Ivani Ribeiro) na TV Excelsior.

Assisti pela TV a transmissão (somente o som porque não tinha transmissão via satélite) do astronauta Neil Armstrong pisando na Lua e seus gritos de euforia.

E por ai vai.

Tantas novidades que não dá mesmo vontade de sair de cena.

Também quero seguir o exemplo de Niemeyer e poder elencar todo o progresso que pude testemunhar.

Valeu Sam a dica pela leitura do livro.

Comentários (1) 06/27/2009

A Guarda-costas e o Boneco Inflável

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A mulher por carregar o rótulo de “sexo frágil” desde os primórdios procura, cada vez mais, se desvincular deste estigma que a coloca em maior vulnerabilidade.

As mulheres são alvos de muitos maníacos e malfeitores justamente por estes acreditarem na sua fragilidade. Como forma de se livrar desta “carga” as mulheres passaram a exercer profissões, antes tida como sendo tipicamente masculina, para mostrarem que mesmo sem dispor da força bruta masculina, conseguem desempenhar satisfatoriamente toda e qualquer atividade.

Há mulheres frentistas, caminhoneiras, taxistas, mecânicas, guarda-costas… Opa!Guarda-costas?

Sim, você leu corretamente. E saiba que um grande público, tanto masculino quanto feminino, prefere ser protegido por uma guarda-costas.

Há guarda-costas mulheres em bancos, shoppings, edifícios comerciais, escolas, casas noturnas bem como acompanhando filhas e mulheres de empresários. O diferencial nas guarda-costas é que elas não visam somente a força bruta, mas valorizam a prevenção e a intuição que está intimamente ligada à sensibilidade. Ao perceberem qualquer atitude suspeita, ficam em estado de alerta e promovem, imediatamente, mudança de estratégias desarmando o campo de ação do infrator.

Para ser guarda-costas as candidatas são submetidas a rigorosos testes psicológicos e físicos e tem que fazer o curso básico onde aprenderá atuar em diferentes situações de risco ou não. Após terá que fazer uma especialização que conferirá, entre outros, o direito de portar pistolas.

Mulheres de classe média que não tem condições financeiras para contratar uma ou um guarda-costas optam por uma medida alternativa que é a de adquirir o Wilsons, assim chamado o guarda-costas inflável usado para se proteger de sequestro.

O bandido ao perceber que a pessoa não está sozinha, desiste do sequestro. O nome foi inspirado no filme “O Náufrago” onde Tom Hanks adota uma bola como companhia e lhe dá o nome de Wilson.

O boneco é confeccionado em lona e pode ser inflado com ar quente quando ligado ao acendedor de cigarros. Ele enche em 8 segundos e quando vazio se transforma em uma bolsa

Comentários (4) 06/27/2009

Hollywood está de luto, morre Farrah Fawcett

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Farrah Fawcett foi minha referencia de moda, principalmente dos cabelos, nos anos 70 quando era uma das protagonistas do seriado As Panteras. Eu dormia com rolinhos na cabeça para ficar com os cabelos parecidos com os dela. Ela era um ídolo para mim. Seus cabelos inspiraram uma mania mundial e eu fiz parte disso.

Tinha vezes que andava pela rua imitando o andar dela e me sentia uma verdadeira Pantera!

Para os mais novos que nunca viram este seriado vejam como era a abertura.

A vida proporciona situações que nem sempre dá para entender. O sucesso de Farrah se deu principalmente (é lógico que ela tinha talento) em razão do seu corte de cabelo, que certa vez foi descrito pelo New York Times como “uma obra de arte”, e em 2008, em razão de um câncer (que causou sua morte), perdeu seus cabelos.

Farrah Fawcett foi casada com o também famoso ator Ryan O’Neal que foi protagonista do filme Love Story, com quem teve um filho Redmond O’Neal, que tem 24 anos.

Farrah fawcett tinha 62 anos e morreu nesta tarde após travar por três anos uma luta intensa contra um câncer anal descoberto em 2006 que a acabou levando.

Ela estava separada de O’Neal mas quando este soube da sua doença a pediu, novamente, em casamento e ficou com ela até hoje.

No mês passado (maio) foi apresentado pela TV americada um videodiário intitulado “Farrah’s Story” que ela gravou contando sobre sua luta para conviver e tentar superar o câncer. Este videodiário foi gravado no hospital em que ela estava internada e já não tinha mais cabelos

Só posso dizer que o dia de hoje foi muito triste em razão das perdas irreparáveis.

Comentários (5) 06/26/2009

Um Mito chamado Michael Jackson

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Não há como não falar deste mito chamado Michael Jackson.

Confesso que fui muito mais fã dele no tempo do Jackson 5 e também quando iniciou sua carreira solo e explodiu com a música Ben do que quando virou rockeiro.

Sempre amei a música BEN

Ele deixou sua passagem por aqui muito bem marcada.

Talentoso, criativo, espirituoso, polêmico, lendário, inovador, bailarino, infantil, caridoso… poderia passar a noite toda elencando adjetivos, mas prefiro terminar qualificando-o como UM MITO.

E ele conseguiu ser um mito em vida! Poucos conseguem esta proeza.

Mesmo tendo ficado afastado dos shows durante 10 anos, foi só iniciar os preparativos de uma nova temporada (que se iniciaria no dia 10 de julho deste ano), para que os ingressos se esgotassem logo na primeira semana.

Isto é ser Michael Jackson!

Comentários (8) 06/25/2009